Atualização: Caso Ferreirinha
O atacante Ferreira, que acionou o Grêmio na justiça, decidiu romper o silêncio para expor a sua versão dos fatos, em uma live exclusiva com o jornalista Jorge Nicola.
Durante a live, o jogador esclareceu que seu desejo sempre foi permanecer no Grêmio e que só acionou o clube porque não poderia acionar apenas dirigentes, onde a causa de tudo isso seria promessas não cumpridas com o atleta.
— Eu coloquei o clube (na Justiça) porque não posso acionar os diretores. Eles me prometiam uma coisa e no papel (contrato) colocavam outra. Então, coloquei o Grêmio por causa das pessoas (dirigentes) que o representam. O que foi falado tem muita mentira. Meu desejo nunca foi sair do Grêmio, sou muito grato ao clube. Eles decidiram me afastar por pressão, para assinar a renovação. Depois que entrei na Justiça disseram que poderia jogar na transição, mas aí veio a parada. Daí eles me disseram: ou renova ou fica fora da lista da Libertadores. Me deram um dia pra decidir. Como vou definir minha vida em 24 horas? Me deixaram contra a parede. A primeira oferta foi de R$ 30 mil, não aumentaram. Não queriam dar luvas, só o percentual do empresário (Pablo Bueno). Não queriam me dar nada porque não confiam no meu futebol, só pode. — expôs Ferreira.
Ainda, o atleta rebateu informações acerca da proposta que havia feito para o Grêmio:
— Pedi 50 e não 100 mil, como disseram. Eu queria luvas para comprar a casa dos meus pais, que vivem de aluguel, mas não queriam pagar. Dariam só a parte do agente. Mas tudo bem, ele (Pablo Bueno) sabe da minha situação, da família, e ia me dar a parte dele. —
Para Ferreira, a situação também foi refletida pela má relação de seu empresário com o clube:

