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Entrevista com Matheus Santana, meia do Recreativo de Huelva

Pertencente ao Watford da Inglaterra, Matheus Santana de 23 anos atua pelo tradicional Recreativo de Huelva por empréstimo, que é o clube mais antigo da Espanha. Ele nos conta sobre o início de sua carreira, adaptação em solo europeu, inspirações e objetivos na sua carreira como jogador.

 

1- Pode nos contar um pouco como foi o início da sua trajetória no futebol? Desde pequeno quando tomou gosto pelo esporte, até virar jogador profissional?

R: Comecei quando era muito pequeno, com 6 anos já estava na escolinha da minha cidade, Ribeirão claro – PR. Meu pai sempre me levava aos treinos que eram de terça e sábado, até os meus 15 anos fiquei nessa escolinha. Um projeto bastante humilde que em nenhum momento visava por jogadores em clubes. Dei a sorte de contar com bons treinadores onde me deram a oportunidade de sair fazer testes em alguns clubes, no caso o Guarani de Campinas. Ali comecei no sub-15, fiz toda a minha base ali, até o sub-17, logo fui para o Nacional, fiquei um ano e vim para Espanha (Granada), me adaptei bem ao país e aqui estou faz 4 anos.

 

2- Você não ficou muito tempo no Brasil no início de sua carreira, partindo pra Europa logo cedo. Como foram os primeiros dias em solo europeu? Como foi seu processo de adaptação?

R: Para mim era tudo muito novo, estava vivendo um sonho. Quando cheguei demorou um pouco para cair a ficha, tinha um pouco de dificuldade com o idioma, mas tive a sorte de encontrar outros brasileiros que estavam no Granada e me ajudaram bastante na adaptação. Dentro de campo sempre tive um bom relacionamento com todos e isso também me ajudou bastante. Em pouco tempo já estava bem acostumado ao país e também com a maneira de jogo deles (espanhóis).

 

 
Créditos: Diario de Huelva
 

3- Desde que chegou ao Watford, vestiu a camisa de vários clubes. Como você resume e analisa sua passagem por esses clubes até aqui? Qual desses clubes você teve a melhor passagem?

R: Eu fiz uma boa temporada no Granada, que foi meu primeiro ano. Pude jogar com o filial e fiz bons jogos, chegando a treinar com o primeiro time do Granada. Tive também uma boa passagem pelo Don Benito, fiz bastante jogos e estava me sentindo bastante cômodo.

 

4- Quais são seus maiores ídolos no futebol? Você tem algum jogador que te inspirou a seguir na profissão?