São Paulo garante “bolada” em negociações de jovens e pode terminar 2021 com mais de R$ 100 milhões em vendas
O São Paulo encontrou novamente em cotia um dos principais meios para driblar os impactos da pandemia da Covid-19 e a situação delicada em que o clube atravessa. Isso porque, diante da pouca receita em 2021, os dirigentes conseguirem fazer vendas importantes e não só aliviar um pouco os cofres, mas também ajudar a cumprir os objetivos do clube.
Mais recentemente o Tricolor negociou o atacante Paulinho Bóia, que estava no Juventude, para Metalist, da Ucrânia. O jogador foi vendido por 1,8 milhões de euros (cerca de R$ 11,6 milhões). O São Paulo detém 90% dos direitos de Paulinho e vai faturar R$ 10,5 milhões com a venda.
Outro jogador que vai render lucros ao São Paulo será Helinho, cujo hoje está cedido ao RB Bragantino desde o ano passado e tem cláusula de compra fixada com o time de Bragança Paulista.
Titular no RB Bragantino, Helinho vai seguir na equipe e sua negociação renderá por volta de R$ 23 milhões aos cofres paulistas, acordo que foi estabelecido entre os clubes. O São Paulo vai manter 20% numa futura venda do atacante de 21 anos.
Se somadas as vendas dos dois jovens, o Tricolor receberá cerca de R$ 34,5 milhões. Além disso, o clube do Morumbi ainda fez outras negociações como a de Brenner, em fevereiro deste ano. O atacante de cotia se transferiu para o FC Cincinatti, dos Estados Unidos, por 13 milhões de dólares, equivalente a 69,6 milhões de reais na época.
Os valores em questão foram divididos em cinco parcelas de 2,6 milhões de dólares, o que representava na época 13,9 milhões de reais. Contudo, duas parcelas serão quitadas até este ano e mais três vão ser pagas ano após ano. Com isso, o Tricolor receberá pela negociação até 2024.
