Investidor comenta sobre ‘bipolaridade’ do mercado, e escolha por Turco Mohamed
Em entrevista para influenciadores do Atlético-MG, Rafael Menin respondeu sobre o processo de escolha que terminou na contratação de ‘El Turco’ Mohamed, e a ‘bipolaridade’ do mercado de treinadores.
Menin revelou empecilhos com a alta demanda financeira dos treinadores: ‘A gente fez uma análise com muitos nomes, começamos a conversar, quais nomes tinham um perfil que se encaixasse bem com nosso elenco, propósito de jogo. Aí veio a primeira barreira, a financeira’.
‘Conversamos com muitos técnicos, entre eles o Toni (Mohamed), que foi um profissional bem indicado. Uma pessoa do mais alto nível, que deu certo até um certo momento, mas passamos por instabilidade, e resolvemos trocá-lo’.
O membro do conselho gestor brincou sobre a ‘bipolaridade’ do mercado e da opinião pública: ‘(…)mas olha como o futebol é curioso. Se no início do ano a gente contrata o Dorival Júnior, a gente seria bombardeado. Agora tá aí, né (na final da Libertadores)’.
‘(…)O saldo dele (Mohamed) é positivo. É claro que a gente queria mais, queria brigar por tudo. Mas achar que a culpa de tudo é do Turco, não é minha opinião’.
