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Entrevista com o meia Rômulo, ex-Bahia, atualmente no Busan I’Park, da Coreia do Sul

Rômulo José Pacheco da Silva, ou simplesmente Rômulo, nasceu em Recife-PE no dia 27/10/1995. Foi revelado pelo Bahia, teve uma rápida passagem no Bragantino e pelo Busan I’Park, da Coreia do Sul, que é seu time atualmente.

 

1- Como surgiu seu interesse pelo futebol e quando você percebeu que esse era o rumo que iria seguir?

Rômulo: Desde que pequeno sempre fui apaixonado por futebol. Futebol sempre foi uma paixão. E quando você é criança vai percebendo que pode um dia se tornar jogador. Comecei a sonhar com isso, trabalhei duro e me dediquei para realizar esse sonho.

 

2- Quais as principais dificuldades apareceram antes e depois de tomar a sua decisão de ser jogador de futebol?

Rômulo: Não é fácil se tornar um atleta profissional. Você tem que ter compromisso e se dedicar muito para chegar ao lugar que quer. Muitos ficam pelo caminho e sabemos disso. Coloquei tudo em uma balança e resolvi tentar. Você sofre muito por estar longe da família, pela falta de tempo. Mas vale a pena. Sou muito feliz no futebol.

 

3- Você chegou ao Bahia em 2011 e só foi atuar no profissional em 2014. Como foi para você a sua primeira partida como profissional?

Rômulo: Foi muito bom. Você atuar na base de um clube e depois conseguir chegar ao profissional. Não é fácil esse processo. Tem que ter paciência, tranquilidade e muita dedicação. Sou um privilegiado por ter atuado com a camisa do Bahia, que é um grande clube do futebol brasileiro.

 

4- Em 2015, você foi para Seleção Brasileira nos Jogos Pan-Americanos, no Canadá, e conquistou a medalha de bronze com o Brasil. Como foi está sensação para você?

Rômulo: Chegar à seleção brasileira é um sonho para qualquer garoto que inicia no futebol. Comigo não era diferente. Atuar em um Pan-Americano foi fantástico, algo que ficará marcado em minha vida. Vestir a amarelinha foi algo que nunca imaginei. Guardarei todos os momentos em minha memória.

Foto: Felipe Oliveira / Divulgação / EC Bahia

 

5- Você foi emprestado ao Bragantino no ano de 2016, mais não teve tantas oportunidades. O que você acha que pode ter influenciado a sua não utilização no clube?

Rômulo: Não foi uma passagem como gostaria, mas faz parte. Acontece e temos que estar preparados para isso também. Infelizmente não tive sequência e isso pesou. Mas serviu como aprendizado e amadurecimento.

 

6- Logo no começo do ano de 2017, você foi emprestado ao Busan I’Park, da Coreia do Sul, e no começou deste ano você acertou sua transferência. Como foi a sua adaptação ao futebol coreano? O que te fez tomar está decisão de continuar no futebol coreano?

Rômulo: A adaptação foi muito rápida e isso até me surpreendeu, já que nunca havia atuado fora do país. A estrutura do Busan é fantástica, a cidade é ótima, a torcida impressionante. Tudo isso ajudou. Estou muito feliz na Coreia do Sul e espero evoluir ainda mais nas próximas temporadas.

 

7- Qual seu maior sonho como jogador?