
Em entrevista concedida à Rádio 98, Marcus Salum, dirigente do América-MG, detalhou o processo de transição do clube para um modelo de clube-empresa.
“(…)Você vai ter que abrir mão de muita coisa no clube, inclusive da autonomia total sobre o clube. Você vai ter um capitalista investindo, e querendo dar ordem em você. Então, essa transição é complicada.”
O América não está indo para o clube-empresa porque tá quebrado, não tem viabilidade, aí entrega de qualquer jeito. A opção pelo clube-empresa é para (o América) crescer, e não para pagar dívida.
“A maioria dos clubes-empresa do Brasil fazem uma cessão do futebol a um investidor. Aqui será uma sociedade. A Instituição América vai continuar existindo (com seus patrimônios),e vai ter uma nova instituição que é só futebol.
“Nós estamos negociando dois documentos. Um documento é um memorando de investimento. De que forma o dinheiro entra, quanto dinheiro vai ser, como vai ser a gestão, quantas pessoas vão mandar.”
“O segundo documento chama-se acordo de dispensa. É onde o América não vai perder poder. Não vai perder poder sobre a camisa, escudo, estádio, o poder para vender um jogador para a Europa, sem ser por um sub preço.”
O cara investir mais do que pode e quebrar o clube… Como eu vou voltar ao poder se a coisa der errado? Então, é uma negociação complicada.
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