
O Galo perdeu para o Vasco por 1×0, em um jogo apático do time alvinegro, sem a presença de Felipão à beira do gramado.
Na manhã do último domingo (20), o Atlético Mineiro entrou em campo diante o Vasco da Gama, no Maracanã, na missão dura de começar o segundo turno do Brasileirão subindo na tabela do campeonato. Porém, o time alvinegro acabou derrotado em 1×0, e se complicou no torneio.
Agora, o Galo foca na estreia oficial de seu novo estádio, a Arena MRV, que deve acontecer no próximo domingo (27), diante o Santos, pela 21º rodada do Brasileirão 2023. Porém, ao final do duelo contra o cruzmaltino, o auxiliar técnico de Felipão, Carlos Pracidelli, comentou sobre algumas escolhas no duelo.
“Em relação a escalação, foi porque nós estudamos a equipe do Vasco. Nós sabíamos que o lado mais forte em termos de apoio era o lado do Piton. Então a opção foi em colocar o Edenilson porque ele já jogou diversas vezes nessa posição, não só aqui, mas como no próprio Internacional. Na nossa visão o Edenilson teria uma força maior no confronto contra o Piton.”
“Tivemos a infelicidade de levar o gol no início, e toda a estratégia que você faz, vai por água abaixo. O Vasco passou a nos esperar, nossa equipe mudou de estratégia, sendo obrigada a ser protagonista das jogadas de ataque.”
O auxiliar comentou ainda sobre o jogo e as mudanças ao longo da partida, que ditaram os rumos do time alvinegro, além é claro das opções ofensivas.
“Foi um jogo muito disputado, principalmente no segundo tempo quando a chuva acabou atrapalhando, ambas as equipes, não só o Atlético, como também a equipe do Vasco. Tínhamos um planejamento para esse jogo, sabíamos da pressão que iriamos receber logo nos primeiro minutos por tudo aquilo que foi feito durante a semana em relação a esse jogo do Vasco. E com quatro minutos de jogo tivemos a infelicidade de tomar o gol. O gol pode sair a qualquer instante. Mas quando você toma um gol logo no início, toda aquela estratégia que você tinha planejado acaba indo por água abaixo. Então há uma inversão de papéis, onde o Vasco passou a esperar nossa equipe e a nossa equipe teve que mudar também de estratégia, sendo obrigada ser a protagonista.“
“O Atlético não é uma equipe de bola longa, é uma equipe que trabalha a bola. E como eu falei, quando terminou o primeiro tempo nós já tínhamos tido algumas situações até de um possível empate. Tiveram acho que uma ou outra jogada que poderia ter ocasionado o gol logo na primeira etapa. Na segunda etapa é lógico que começou a chover, o campo começou a ficar difícil, mas mesmo assim a nossa equipe teve um bom volume de jogo. Se eu não estiver errado, no segundo tempo acredito que o goleiro do Vasco tenha feito que umas três ou quatro defesas importantes. (…) Colocamos o o Kardec tentando uma bola longa, mas o campo já não oferecia condição nenhuma nem pra bola longa.”
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