
BARCELONA, SPAIN - AUGUST 06: President of FC Barcelona Joan Laporta attends a press conference after the announcement that Lionel Messi will be leaving the club at Camp Nou on August 06, 2021 in Barcelona, Spain. (Photo by Pedro Salado/Quality Sport Images/Getty Images)
Atual presidente do Barcelona, Joan Laporta foi indiciado e também virou um dos investigados do Caso Negreira. O mandatário está sendo investigado pelos delitos de crime continuado de suborno, corrupção esportiva, administração desleal e falsificação de documentos comerciais.
Os crimes são os mesmos dos quais ex-presidentes Sandro Rosell e Josep Maria Bartomeu estão sendo acusados. A decisão de estender a condição de investigado a Bartomeu foi do juiz Joaquín Aguirre, nesta quarta-feira (18).
De acordo com o juiz, os pagamentos realizados pelo Barcelona a Negreira durante o primeiro mandato de Laporta, o qual durou de 2003 a 2010, são delitos que não prescreveram. Por isso, são passíveis de investigação.
A explicação é que o magistrado considera suborno um crime continuado. Nesse caso, levaria dez anos para prescrever desde a última infração penal, em julho de 2018, quando ocorreu o último pagamento.
De acordo com o despacho a qual o jornal ‘As’ teve acesso, o juiz ampliou a condição de investigado não apenas a Laporta mas a todos os membros da diretoria entre 2008 e 2010 que puderam desempenhar “uma responsabilidade efetiva na tomada de decisão para efetuar os pagamentos supostamente ilícitos”.
Ainda que não haja comprovação direta, o juiz Joaquín Aguirre acredita que o ex-vice presidente do Comitê Técnico de Árbitros tentou “beneficiar o Barcelona em detrimento de outros clubes”.
O Barcelona está sendo investigado por pagamentos totalizando R$ 7,6 milhões a uma empresa do ex-vice-presidente do comitê de arbitragem da Espanha. A empresa “DASNIL 95 SL”, de Enríquez Negreira, recebeu a quantia do clube catão entre 2016 e 2018.
Negreira e seu filho já prestaram depoimentos e afirmaram que nunca houve qualquer tratamento para beneficiar o clube em campo. Segundo ele, os pagamentos foram feitos ao clube por um trabalho de assessoria, que consistia em explicar aos atletas regras de comportamento com a arbitragem.
No entanto, a empresa de Enríquez Negreira nunca declarou qualquer documento comprovativo de ter prestado serviço ao Barcelona.
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