Romário Guilherme dos Santos, nasceu no dia 13 de março de 1992, na cidade de Diadema-SP. Atleta conhecido e reconhecido, pelos belos passes e cruzamentos, a qual fazes nos últimos anos. Possui passagens por Porto, Bahia e Atlético Goianiense, atualmente está no Ceará
1- Nasceu no dia 13 de março de 1992, na cidade de Diadema-SP, sendo revelado pelo Osasco Audax. Quais foram as experiências principais obtidas no seu tempo de base e profissional? Conte-nos sobre o atual momento do clube? Fale-nos sobre sua passagem pelo Audax Rio?
R: As expectativas foram as melhores possíveis, tive um aprendizado e crescimento na base, fui vice-campeão sub-15 e Campeão Paulista sub-17, pelo Audax, onde os favoritos eram os 4 grandes clubes de São Paulo. Esse título me credenciou para ir para o Porto de Portugal, onde fui Campeão Português sub-19. A partir daí voltei ao Brasil e comecei a transição para o profissional, minha passagem no Audax Rio não foi tão boa como eu esperava, tive uma lesão na pré-temporada que me atrapalhou muito no decorrer do campeonato.
2- Em 2011 e 2012, teve experiência no sub-19 do FC Porto e pelo profissional do Bahia. Como é vestir a camisa de um grande clube do cenário europeu? Sentes falta de uma experiência maior na Europa? Diga-nos sobre a experiência de atuar no Bahia?
R: Fui um privilegiado em ter essa oportunidade de jogar em grandes clubes, o Porto com sua grandeza e história, e o Bahia com sua torcida imensa, foram dois clubes que marcaram muito.
3- Entre 2014 e 2015, atuou com na equipe Red Bull Brasil, da cidade de Campinas-SP. Fale-nos o projeto de crescimento do Red Bull em nível nacional? Comente a interferência empresarial para a manutenção do clube? Relate sobre sua passagem na equipe?
R: Eu acompanhei de perto o crescimento do Red Bull, fiz parte da equipe que teve o acesso da Série A2 para Série A1 e parte da equipe que fez uma grande campanha no Paulistão de 2015, onde fomos eliminados pelo São Paulo. Clube muito correto que em questão de tempo vai estar no cenário nacional, além que proporciona toda uma estrutura e que tem um projeto muito ambicioso.
4- Nos últimos, jogou no Avaí e no Atlético Goianiense, em um clube, sentiu o sabor ruim do rebaixamento, no outro conseguir o êxito de ser campeão. Fale-nos essas experiências da Série A 2015 e da Série B 2016? Diga sobre a estrutura e a torcida de cada equipe?
R: Em 2015, no Avaí, foi um ano diferente na minha carreira, começamos bem o campeonato da Série A e infelizmente terminamos com o rebaixamento, muitas coisas extra campo atrapalharam o elenco, um gosto amargo que é ruim de digerir por muito tempo. O que o Avaí tem de mais valioso é sua torcida, uma torcida apaixonada, que vai até o fim com o clube, foi algo do Avaí que sempre irei levar comigo, a torcida. Já em 2016 tive o prazer de sentir o sabor de ser campeão pela 1ª vez como profissional, algo que vinha buscando há muito tempo na minha carreira, algo que vai ficar marcado para o resto da minha vida, uma equipe de guerreiros, de amigos, que abraçou a causa juntos e fomos até o fim.