A seleção russa é a representação da força de seu futebol nacional
A seleção da Rússia tem a meta de ao menos passar de fase, apesar de não ser nada fácil enfrentar Arábia Saudita, Egito e Uruguai. A peculiaridade é o fato dos 35 nomes citados a priori, somente três atuam fora da Rússia
O campeonato russo após a separação da União Soviética teve vinte e cinco edições, o maior campeão Spartak Moscou com 10 títulos tem cinco atletas na lista, o CSKA Moscou que detém seis conquistou, manteve o número de atletas na seleção, ou seja, seis nomes. O Zenit Saint Petersburg, o terceiro lugar com quatro títulos, mas com o maior número de destaques na lista, sete atletas, o Lokomotiv Moscou representou os três títulos conquistados, com quatro jogadores.
O bi-campeão Rubin Kazan tem duas conquistou, mas a sua defesa tem três atletas na seleção, o único campeão russo que não tem jogador na lista é o Alania (campeão em 1995, se tornou FC Spartak Vladikavkaz por causa de dívidas e atualmente está na terceira divisão). Dentre os não-campeões, o Dínamo de Moscou tem dois atletas, o Akhmat Grozny tem dois jogadores, o Krasnodar possui dois jogadores e o Arsenal Tula possui um atleta. Então fechamos nos 32 nomes.
Os outros três atletas que representam menos de 10% da lista são o goleiro Vladimir Gabulov, do Brugge, da Bélgica (um dos arqueiros reservas), o zagueiro ucraniano naturalizado russo Roman Neustadter, do Fenerbahçe, da Turquia (um das novidades no elenco desde 2016 e nunca atuou no futebol russo) e o meia Denis Cheryshev, do Villarreal (a carreira toda construída na Espanha). A Rússia terá um brasileiro, o lateral-direito Mario Fernandes na lista principal e outro brasileiro, o goleiro Guilherme, nos suplentes.

