
Presente a julgamento nesta terça-feira, Rafael Ramos voltou a defender a sua inocência. Segundo o seu advogado, o atleta não sabia que “macaco” era um termo racista no Brasil.
“Uma coisa importante que ele [Rafael Ramos] disse hoje [terça-feira] e que precisa de ser destacada: em Portugal, como ele mencionou, não se faz esse tipo de comentário [macaco] quando se quer ser preconceituoso, e ele não sabia que isso era utilizado no Brasil”, afirmou o advogado do lateral-direito, Daniel Bialski, citado pelo Globoesporte.
“Ele reafirmou o que já tinha dito várias vezes, não só no depoimento oficial que prestou em Porto Alegre, como em todas as declarações, de que em momento algum ofendeu de forma racista o Edenílson”, acrescentou Daniel Bialski.
Apesar de não saber o significado da expressão, Rafael Ramos continua referindo que não foi essa a expressão utilizada, mas sim “pô, caralh*”.
“O Rafael reafirmou que em momento algum fez referência preconceituosa ou racista ao Edenilson. Ele, inclusive, falou que possui laços estreitos com pessoas afrodescentes ao mencionar que morou, dividiu casa, com jogadores negros enquanto atuava nos Estados Unidos”, acrescentou o advogado.
O caso remonta ao dia 15 de maio, quando Edenilson acusou Rafael Ramos de insultos racistas, na partida entre Corinthians e Internacional.
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