
BELO HORIZONTE / BRASIL (17.07.2019) Atlético-MG x Cruzeiro, segundo jogo das quartas de final da Copa do Brasil 2019, no Independência, em Belo Horizonte/MG. Foto: Vinnicius Silva/Cruzeiro IMPORTANTE: Imagem destinada a uso institucional e divulgação, seu uso comercial está vetado incondicionalmente por seu autor e o Cruzeiro Esporte Clube. IMPORTANT: image intended for institutional use and distribution. Commercial use is prohibited unconditionally by its author and Cruzeiro Esporte Clube.
O Cruzeiro de Mano Menezes é um time histórico para a história do Clube. Pela primeira vez, um time foi bicampeão seguido da Copa do Brasil e segue forte para o inédito tri/heptacampeonato da competição. São números impressionantes em mata-mata, mas isso esconde um fato grave: o Cruzeiro é dependente das competições eliminatórias.
Isso é provado com números, desde que treinador chegou, o time só foi eliminado duas vezes em mata-mata. Vale ressaltar que só foi levado em conta a Copa do Brasil e a Libertadores. Com uma eliminação em cada competição, uma para o Grêmio em 2016 e outra para o Boca Juniors em 2018.
No Brasileirão, o Cruzeiro não convenceu ainda com Mano e provavelmente não convencerá. Tirando 2015 e 2016, que ele chegou em momentos complicados com relação à classificação, as outras campanhas foram pífias. Em 2017, ficou em quinto e no ano de 2018, em oitavo com o pior ataque da história do Clube em pontos corridos. Na atual temporada, a equipe faz seu pior início em dez rodadas com apenas nove pontos somados.
Assim, sem o sucesso nas eliminatórias, a chance do treinador já ter sido demitido era grande. Sem as Copas, o Cruzeiro não entraria direto na fase de grupos da Libertadores e não lucraria como lucrou em 2018 com a milionária Copa do Brasil.
O grande aproveitamento no mata-mata tem entre suas peculiaridades, as grande noites da defesa cruzeirense. Quantas vezes o time não passou no limite entre a eliminação e a classificação. Fábio é um nome sempre lembrado ao longo desses embates. Várias defesas no tempo regulamentar, nos pênaltis, que garantiam o resultado mínimo que fosse. Além dele, tem Dedé e Léo, a dupla de zaga que tem a confiança de todos na equipe. Por fim, Henrique, Romero, Lucas Silva e Cabral, os volantes que criaram e defenderam com qualidade.
No setor ofensivo, Thiago Neves, Robinho e Arrascaeta fizeram os gols necessários nos jogos duros. Existem outros nomes obviamente, mas esses são os principais. Juntos, eles têm mais de 20 gols só em mata-mata contra adversários diversos.
Não teve jogo fácil e nem adversário tranquilo. Nas fases finais da Copa do Brasil, ou seja, da oitavas para frente desde 2016, o Cruzeiro pegou Palmeiras (2X), Grêmio (2X), Corinthians (2X), Botafogo, Chapecoense, Flamengo, Santos, Fluminense, Athletico-PR, Atlético-MG e agora terá o Internacional. Todos foram eliminados pelo “retranqueiro” Mano Menezes.
Mas não faltou sofrimento. Jogos memoráveis como o 3 a 3 no Allianz Parque em 2017, as disputas de pênaltis contra Grêmio, Flamengo, Santos e Fluminense, o jogo contra o Atlético no Independência e tantos outros. Um gol a mais ou a menos poderia ter mudado tudo e o sucesso seria fracasso. A torcida só podia soltar a garganta ao apito final do juiz, nunca antes disso.
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