
BELO HORIZONTE / BRASIL (17.07.2019) Atlético-MG x Cruzeiro, segundo jogo das quartas de final da Copa do Brasil 2019, no Independência, em Belo Horizonte/MG. Foto: Vinnicius Silva/Cruzeiro IMPORTANTE: Imagem destinada a uso institucional e divulgação, seu uso comercial está vetado incondicionalmente por seu autor e o Cruzeiro Esporte Clube. IMPORTANT: image intended for institutional use and distribution. Commercial use is prohibited unconditionally by its author and Cruzeiro Esporte Clube.
Uma noite para não ser esquecida no Futebol Brasileiro. Os dois elencos mais caros, com grandes cifras e contratações milionárias caem para dois grandes projetos. Na Bahia, o copeiro Grêmio passa pelo Esquadrão. E em Minas, o Cruzeiro mostra porque é o maior do Estado. A equipe celeste sofre, mas passa, é a sina de Mano Menezes e de seus comandados (desde 2017).
O Cruzeiro chega em sua quarta semifinal consecutiva de Copa do Brasil. Um recorde que só Grêmio e Palmeiras tinham. E nos últimos seis anos, é a quinta semifinal, tendo avançado três vezes para a final. O próximo adversário é o aguerrido Internacional de Odair Hellmann ainda sem data e mandos definidos.
Depois disso tudo, precisamos falar da “camisa pesada” do Cruzeiro. O Clube passa por sua maior crise fora de campo, porém, se encontra em um clássico pela Copa do Brasil e se vinga cinco anos depois da fatídica final em 2014. Na ocasião, os comandados de Marcelo Oliveira perderam por 3 a 0 para o Atlético. Era a primeira e única conquista do rival.
Os anos se passaram, o alvinegro chegou em mais uma final de Copa e foi vice-campeão para o Grêmio em 2016. Já a Raposa soube esperar sua hora de brilhar e brilhou duas vezes seguidas. O jejum que se encerrava diante do Flamengo em 2017 vai se tornando uma dinastia dentro da competição.
A equipe do “retranqueiro” Mano Menezes já eliminou vários times em destaque no cenário nacional na Copa do Brasil. Começou por São Paulo, depois Chapecoense, Palmeiras, Grêmio, Flamengo, Athletico-PR, Santos, Corinthians, Fluminense e agora o Atlético-MG.
Não é à toa, é um trabalho consolidado “matando” o torcedor nos mata-matas. A morosidade e a ineficiência mostrada em pontos corridos se contrapõe a precisão e efetividade nas eliminatórias. Daqui uns anos, vamos sentir saudades deste time assim como sentimos daquele de 2013-14. Ambos têm sua importância na história do Clube e esse legado será lembrado.
Voltando à vingança celeste, foram quase cinco anos tendo de aguentar que “quando tá valendo, tá valendo”, mas agora eles não têm mais este argumento. O Cruzeiro elimina o Atlético de forma dramática e não poderia ser diferente. A equipe fez dois jogos para levar o torcedor ao êxtase e à raiva. O 3 a 0 não trouxe confiança para a volta e sim margem para sofrimento. Porém, os de sempre Fábio e Dedé salvaram o Cruzeiro da derrota.
Outro ponto era o de sempre fracassar no Independência e isso foi muito usado nesses anos pelo Atlético. No entanto, agora é outra história. O time ainda não ganhou lá em jogos decisivos, mas já saiu vitorioso duas vezes: no bicampeonato mineiro e na Copa do Brasil. O rival nunca mandou jogos contra o Cruzeiro no Novo Mineirão e a covardia vem sendo punida.
A distância entre os dois Clubes só aumentou desde 2014. O Cruzeiro Esporte Clube é o único gigante de Minas Gerais. É o que tem mais títulos, mais torcida, mais tradição nacional e internacional. Também não amargurou uma queda para a Série B até o presente momento. Enfim, motivos não faltam para colocar o Clube como o único neste patamar.
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