
BELO HORIZONTE / BRASIL (26.05.2019) Cruzeiro x Chapecoense, sexta rodada do campeonato Brasileiro 2019, no Independência, em Belo Horizonte. Foto: Vinnicius Silva/Cruzeiro IMPORTANTE: Imagem destinada a uso institucional e divulgação, seu uso comercial está vetado incondicionalmente por seu autor e o Cruzeiro Esporte Clube. IMPORTANT: image intended for institutional use and distribution. Commercial use is prohibited unconditionally by its author and Cruzeiro Esporte Clube.
A fase do Cruzeiro segue ruim. São cinco jogos sem vencer, o time não consegue marcar seus gols e a defesa segue falhando. No Campeonato Brasileiro, são apenas duas vitórias em seis jogos e a grande queda é claríssima.
O estopim para as vaias foi o jogo desse domingo, diante da Chapecoense. Mano Menezes até começou com um time mais ofensivo no Independência. Mas o time no 4-1-4-1 não funcionou. Foram 45 minutos de pressão sem efeito. A Chape em seu esquema clássico e uma marcação firme foi firme e segurou o Cruzeiro no primeiro tempo.
Na etapa final, o treinador fez as alterações que eram necessárias. Rodriguinho saiu e Pedro Rocha entrou. No entanto, a Chapecoense quem fez o primeiro gol. Em um chute de Edicarlos, Fábio soltou e Rildo abriu o placar. Mais um gol em falha defensiva, no rebote, foram vários ao longo desta fase ruim.
Depois, Thiago Neves, talvez o melhor em campo do lado celeste, acertou um lindo chute. O Cruzeiro empatava o jogo e merecia até mais. Mano Menezes voltou à formação normal, seu 4-2-3-1. Lucas Silva entrou e o time se armou ofensivamente por mais irônico que isso parece. As chances apareceram, mas o time perdeu todas. Thiago Neves errou, Fred errou, Robinho errou. Todos erraram e quem acertou foi a Chapecoense.
O time de Chapecó achou seu gol numa falha de Egídio e de toda a defesa. De cabeça, Diego Torres calou o Independência. As vaias estavam presas na garganta do torcedor. O “grito de liberdade” foi o apito final. Cruzeiro 1-2 Chapecoense.
As vaias dos cerca de 15 mil presentes representam o momento do time. Todos esperam a recuperação e o time nega em mostrar isso. Depois da vaias, veio o silêncio do estádio vazio. O silêncio do protesto. A falta de palavras é o que expressa o sentimento da torcida. Os jogadores são bons, o técnico é bom, o time jogava bem. Hoje, nada disso acontece mais.
O Botafogo segue atento ao surgimento de mais uma promessa formada em General Severiano. Aos 15 anos, o atacante Bernardo…
A Portuguesa oficializou a chegada do atacante Matheus Cadorini, de 23 anos, para compor o elenco na temporada de 2026.…
A Portuguesa-RJ oficializou a chegada do zagueiro Jadson Cristiano, de 34 anos, para a temporada de 2026. O defensor passa…