
O novo treinador do Cruzeiro foi apresentado na tarde dessa terça-feira, 13. Uma nova era se inicia no Cruzeiro e também para Rogério Ceni. O máximo ídolo do São Paulo como jogador e o técnico com apenas três anos de carreira terá muito trabalho. Hoje, o Clube está instável diante das crises extra-campo e dentro dele, a filosofia dos últimos anos foi totalmente diferente da proposta por Ceni.
Enquanto muitos achavam loucura Ceni assumir o Cruzeiro no meio de temporada e largar o Fortaleza, ele veio. E a razão resumida de forma simples por ele foi: “é o Cruzeiro”.
A situação do time é complicadíssima. Nos últimos 18 jogos, apenas uma vitória. Além do imenso jejum que se desfez contra o Avaí: o de oito jogos sem gols. Assim, o ex-treinador do time, Mano Menezes saiu depois de uma grande passagem. Com o gaúcho, foram quatro títulos em três anos: duas Copas do Brasil e dois Campeonatos Mineiros.
De forma muito diferente do estilo de Mano Menezes. A era de prezar pela defesa antes do ataque terminou. Com Rogério, o time cruzeirense deve ficar mais com a bola e finalizar mais. Ou seja, propor mais o jogo. E também, ter uma maior utilização dos jovens da base e a longo prazo, ter um time bem mais jovem que o atual.
No time base da temporada até o momento: Fábio; Orejuela, Dedé, Léo e Egídio; Henrique, Ariel Cabral, Robinho, Thiago Neves, Marquinhos Gabriel; Pedro Rocha, apenas Orejuela, Pedro e Marquinhos têm menos de 30 anos. Com isso, as consequências eram graves, o time não tinha mobilidade. Além disso, com a postura mais defensiva, dependia da velocidade para contra-atacar e nem sempre dava certo.
Agora, Rogério começa a propor sua teoria de futebol. Óbvio que vai demorar para o time absorver suas ideias. Mesmo assim, no próximo jogo, Cruzeiro e Santos no Mineirão, vamos ver uma nova atitude e uma nova forma de jogo. Esta é uma “semana cheia” para ele. Mas para ver o “novo” time, vamos ter de esperar até às 16 horas do dia 18.
Lá no início do ano, as ilusões eram outras. O Cruzeiro montava uma equipe para vencer a Libertadores. O ano até começou bom. Com Mano Menezes, veio o Campeonato Mineiro e a segunda melhor campanha da primeira fase da Libertadores. Porém, tudo começou a sucumbir no Brasileirão. O time começou perdendo para o Flamengo no Maracanã e de lá para cá, foram apenas três vitórias.
No Brasileirão, o desempenho seguiu horrível. Hoje, na 17ª posição com 11 pontos em 14 rodadas, o Cruzeiro faz sua pior campanha da história dos pontos corridos. Isso tendo vencido duas vezes somente e todas dentro do Mineirão. Aliás, faz mais de um ano que o time não vence fora de Belo Horizonte pela competição nacional.
Na Copa do Brasil, a camisa “pesou” e está novamente na semifinal. Nas oitavas, passou pelo Fluminense e nas quartas, pelo Atlético. Ambas com sofrimento. Na fase semifinal, pegou o Inter no jogo de ida e saiu derrotado por 1 a 0 no Mineirão. Isso na semana passada e o efeito foi a saída de Mano. A partida decisiva será em setembro. Até lá, o torcedor sonha em conseguir a vitória e a vaga na terceira final consecutiva.
Então, os objetivos atuais, basicamente, são sair da zona de rebaixamento, melhorando o desempenho no Brasileirão, e buscar o tricampeonato seguido da Copa do Brasil. Com isso, Rogério Ceni ficaria tranquilo e confiante para um trabalho completo em 2020.
Como disse, vamos aguardar. Bom trabalho, Ceni!
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