
Wagner Pires de Sá foi condenado pela Justiça de Minas Gerais a ressarcir R$ 150 mil ao Cruzeiro. A decisão não é final, e cabe recurso.
O valor é referente a honorários advocatícios, contratados pelo ex-presidente, durante as investigações que apontaram irregularidades na sua gestão no Cruzeiro. Wagner Pires teria usado dinheiro do clube para sua defesa pessoal.
Durante o processo, a defesa de Wagner Pires requisitou a improcedência do pedido, afirmando haver “inexistência de irregularidade no contrato de prestação de serviços advocatícios”. Os contra-argumentos não foram aceitos.
Wagner Pires de Sá foi eleito para presidir o Cruzeiro entre 2018 e 2020. Renunciou ao cargo em dezembro de 2019, após graves acusações quanto a irregularidades na sua gestão.
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