
Já virou rotina no Cruzeiro os processos trabalhistas. E agora o Tribunal de Justiça de Minas Gerais cobra do time o valor de R$ 133,100 mil. O motivo é a intermediação do clube na renovação do contrato do meia Maurício, no fim de 2019.
Trata-se de um acordo com o empresário André Cury, que , por sua vez, já é a terceira vez que aciona a agremiação na justiça. Assim, as três cobranças atingiram o valor de mais de R$ 850 mil, somadas. Sobre a renovação, o contrato que o clube assinou com o agente é de 31 de maio de 2019. Ou seja, quase seis meses antes do anúncio da renovação e do início da validade do vínculo.
O novo contrato, entretanto, passou a vigorar em 1º de dezembro de 2019 e iria até o dia 31 de dezembro de 2023. Assim, o valor deveria ter sido pago em 10 parcelas, com a primeira vencendo no décimo dia útil do mês seguinte. Então após a publicação no Boletim Informativo Diário (BID) do novo contrato. Contudo, de acordo com a versão do empresário, o Cruzeiro não pagou nenhum valor.
(Foto: Gustavo Aleixo/Cruzeiro)
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