
A pandemia afetou a vida de todos e mudou o modo das pessoas realizarem as tarefas e até descontrair. Ir a um estádio de futebol não é tão comum como antes e os clubes já sentem nos cofres a ausência da torcida. O Cruzeiro, por exemplo, é só mais um time nessa enorme lista.
Há praticamente um ano e meio, o time mineiro atua sem público nos jogos como mandante. Assim, a diretoria cruzeirense estima um prejuízo de cerca de R$ 40 milhões em bilheterias. Quem apresentou os números foi o presidente do clube, Sérgio Santos Rodrigues. Ele participou de um debate realizado pela Puc Minas sobre a Sociedade Anônima de Futebol.
“O Cruzeiro, no pior ano dele de arrecadação de bilheteria, arrecadou R$ 25, R$ 30 milhões. Ou seja, é o que a gente já deixou de ganhar, uns R$ 40, R$ 45 milhões, se pegar um ano, um ano e meio desde que assumimos, sem receita nessa área”, revelou o mandatário. Entretanto, na última sexta-feira, a torcida retornou ao estádio, mas não agradou às autoridades mineiras.
Pois as cenas de aglomeração e pessoas sem máscara fizeram, portanto, a Prefeitura de Belo Horizonte desistir da iniciativa. E, assim, proibir a presença do público novamente.
(Foto: Bruno Haddad/Cruzeiro)
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