
São 459 páginas que compõem o processo do ex-presidente do Cruzeiro, Wagner Pires. A papelada já tem parecer definido, desde agosto deste ano e foi entregue a julgamento desde setembro. Todavia, não houve andamento nos últimos meses.
Foram 18 itens na representação inicial e a comissão de ética e disciplina considerou metade delas, qualificando-as como graves. Alguns atos de Pires são, por exemplo, o de favorecer o filho ao empregá-lo e remunerá-lo no Cruzeiro. Utilizar cartão corporativo para compras pessoais, autorizar o pagamento de mais de R$ 500 mil a Itair Machado por “fator gerador ocorrido antes da posse”.
Sua defesa, em contrapartida, explicou as acusações. Sobre o filho do ex-presidente, a defesa afirmou que Humberto Pires Sá possuía “capacitação compatível” para as funções pelas quais o clube lhe contratou. Enquanto acerca do cartão corporativo, a defesa de Pires argumenta que não existem provas e notas fiscais. Já sobre os poderes a Itair Machado, a defesa afirmou que as condições estavam dentro do regulamento geral do Cruzeiro. A defesa também argumentou sobre as outras acusações.
(Foto: Vinicius Silva/Cruzeiro)
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