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“2018 doeu mais do que a goleada do 7 a 1”, afirma Daniel Alves

Ainda com esperanças de jogar o mundial com a Seleção, o lateral Daniel Alves comentou: “Me imagino levantando o troféu”

A poucos dias do grande Mundial do Catar 2022, os olhos do mundo todo se voltam para as Seleções favoritas ao título, como é o caso do Brasil comandado por Tite. Com a liderança técnica de Neymar dentro de campo, a Canarinho é a principal concorrente ao título.

E ainda na fase de selecionar e finalizar a lista de convocados, Tite ainda observa atentamente a situação de alguns jogadores específicos, como é o caso de Daniel Alves, cotado para jogar o Mundial e para ser um dos capitães da equipe canarinho.

Aos 39 anos, o jogador do Pumas segue treinando com o foco no torneio mundial, nas instalações de seu ex-clube, o Barcelona. E em entrevista para o UOL Esportes, o jogador falou sobre o plano de estar entre os 26 convocados para a Copa e comentou a missão 2022, diante o corte sofrido na lista de 2018.

“Para mim, jogar em 2022 virou um desafio a partir do momento em que não pude ir para 2018. Quando eu estava pra ir, acabou acontecendo uma fatalidade que não me permitiu ir. Isso gerou um desafio. Acho que 2018 foi o pior momento da minha carreira. Porque te impossibilita de lutar. Quando você está impossibilitado de lutar, aí acabou pra você. Minha mente queria, meu coração queria, a alma queria, mas o meu corpo estava bloqueado. Aí não tem chance, acho que esse foi o pior momento, sem dúvida nenhuma”, afirma.

O jogador seguiu falando sobre o Mundial de 2018, quando ficou de fora por uma lesão a pouco menos de um mês do mundial

“O objetivo da Copa está aí desde 2018. Desde 2018, tenho que fazer alguma coisa a mais, para chegar no objetivo futuro. É fazer, fazer e fazer. Quando vai se aproximando mais, você aumenta mais o cuidado, a capacidade de trabalho, de dedicação, de entrega, de abdicação, de tudo o que vai entorpecer esse objetivo principal”, conta.

Por fim, Dani comparou a derrota por 7 a 1 em 2014 e sua ausencia em 2018, e comentou que o último mundial ‘doeu’ mais que a goleada para a seleção da Alemanha em 2014.

“A de 2018 dói mais, com certeza. Por mais doloroso que seja o ensinamento, eu ainda prefiro o ensinamento, por mais doloroso que seja. A Copa de 2014 foi um ensinamento.”

Foto de Getty Images

Mateus Guimarães

Apaixonado por esportes e jornalismo | 20 anos | Mineiro e Nerazzurri @alohateus

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