
CEO do Galo, Bruno Muzzi, e Presidente alvinegro, Sergio Coelho, falaram sobre as mudanças no clube com a chegada da SAF
Na noite do último domingo (12), o Atlético recebeu o Goiás pela 34º rodada do Brasileirão 2023, e em jogo movimentado, acabou vencendo por 2×1, com show do camisa 7 Hulk. Com a vitória, o Galo encostou de vez na briga pelo topo da tabela.
Agora, o clube segue de olho no mercado de transferências e monitora reforços para a próxima temporada, enquanto segue com os próximos dias sem jogos, devido a Data FIFA com jogos das Eliminatórias da Copa do Mundo.
Em meio a isso, com a chegada da SAF, alguns questionamentos foram levantados e o CEO do clube, Bruno Muzzi, junto ao presidente alvinegro, Sérgio Coelho, falaram sobre essas dúvidas em coletiva nesta terça (14). Inicialmente, o CEO alvinegro falou sobre a Arena MRV e a dificuldade na precificação dos ingressos e redução de custos operacionais no estádio.
“Temos 8 jogos na Arena MRV, e como estamos, na nossa análise, melhorando a cada dia. Problemas acontecem, não vamos fazer a arena funcionar de forma perfeita em 1, 2 anos. Mas já estamos demonstrando essa capacidade. Uma das fontes é a bilheteria, estamos otimizando. A gente irá colocar grama sintética, é uma definição. Agora, é saber quando. Temos uma série de percalços a superar, mas será o quanto antes”, diz Bruno Muzzi.
“É um dilema: como equilibrar a maior quantidade de público e ter o fechamento de contas. As precificações acontecem a cada jogo, de acordo com a rodada, com o grau de rivalidade, o momento do torcedor no mês. Há série de variáveis. De fato, é uma situação que debatemos a todo instante. Iremos continuar precificando jogo a jogo, em busca de equilíbrio, e mantendo uma média de R$ 2 milhões de renda bruta de bilheteria”, concluiu.
“Temos a questão de taxa de permeabilidade. É uma legislação, plano diretor da PBH, que nos obriga, e função do zoneamento do terreno, a ter taxa de permeabilidade. A grama sintética é permeável, é um ponto pacificado. Mas a lei diz que, para ser considerada área permeável, ela precisa ser sobre terreno natural e vegetada, o que não se aplica para grama sintética. É possível contornar isso? Acreditamos que sim”.
O dirigente falou também sobre as dificuldades de captar os R$100 milhões da SAF pelo FIGA, e as metas orçamentarias de arrecadação em 2024.
“Temos, contratualmente, 3 anos (de prazo) de aporte, espero preencher totalmente ao longo de 2024. Como é um fundo de CVM, há questões burocráticas. Demorou um pouco mais, situação de investidores qualificados. Mas não é uma preocupação muito exacerbada”, diz Bruno Muzzi.
“Se a gente supera, o orçamento irá variar em bilheteria, premiação, TV. Isso é muito importante. Obviamente, se a gente não classifica na Libertadores, há impacto. É uma meta clara na diretoria de futebol. A classificação pode até acontecer contra o Grêmio. Estamos projetando R$ 500 milhões para o ano que vem (faturamento). Independentemente dos títulos de 2021, eu pude vender cadeiras, camarotes, patrocínios, valorização da camisa. Então, um time performando, ele puxa receitas de fato”.
Por fim, o dirigente falou sobre as dívidas do clube.
“A gente precisa reestruturar o endividamento, tentar juros mais baratos, alongar um pouco mais para diminuir o valor das parcelas. A primeira missão é estancar isso. É a minha missão para 2024. Se a gente consegue estruturar tudo, poderemos ter novo aporte de equity, de novo investidor, o que aceleraria a amortização”
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