
Dirigente do Galo e CEO da Arena MRV, Bruno Muzzi concedeu entrevista coletiva na Sede do Galo nesta segunda (21).
Na manhã do último domingo (20), o Atlético Mineiro entrou em campo diante o Vasco da Gama, no Maracanã, na missão dura de começar o segundo turno do Brasileirão subindo na tabela do campeonato. Porém, o time alvinegro acabou derrotado em 1×0, e se complicou no torneio.
Agora, o Galo foca na estreia oficial de seu novo estádio, a Arena MRV, que deve acontecer no próximo domingo (27), diante o Santos, pela 21º rodada do Brasileirão 2023. E o confronto vai acontecer com 30 mil torcedores no estádio.
Com isso, nesta segunda (21), o CEO da Arena MRV, Bruno Muzzi, concedeu entrevista coletiva na Sede do Galo e falou sobre alguns pontos importantes a respeito do novo estádio alvinegro. De início, o dirigente já respondeu sobre o faturamento futuro.
“Hoje só de bilheteria, eu prevejo para 2025 chegar a pelo menos R$ 80 milhões. Como vamos chegar a isso? Temos 46 mil lugares. Sem contar cadeiras e camarotes temos 35 mil. Vamos tirar da conta também a torcida organizada que tem um preço um pouco mais barato. Vamos fazer a conta com 30 mil. Vamos colocar o ticket médio de R$ 60. Estamos falando então de R$ 1.8 milhão por jogo. Mais o valor com torcida organizada, ticket extra, camarote e lounge com 35 jogos no ano”, disse.
Além disso, Muzzi comentou sobre o faturamento do estádio com shows, além dos jogos é claro, e revelou que novos eventos devem acontecer ainda neste ano, como é o caso de grandes shows já confirmados.
“A Arena vai faturar com shows na casa de R$ 120 milhões. Já temos Paul McCartney e estudamos mais outros dois, sempre nas janelas que o futebol permite. Isso é muito importante, já que o Atlético é dono da Arena e ele que vai decidir quando abre mão. A ideia é sempre o futebol. Pode ter variação se a gente faturar R$ 20 ou R$ 30 milhões com cada evento, o que acho conservador, ainda não sei falar certinho. Estamos falando então de aproximadamente R$ 150 milhões de faturamento. A Arena trará um incremento substancial no faturamento do Atlético”, completou.
Muzzi falou também sobre a capacidade do estádio e a previsão de sua operacionalidade de forma total a partir de 2024.
“A Arena terá, operacionalmente, a sua capacidade plena, acho que a partir do ano que vem (2024). Ela terá funcionamento de jogos e tudo na capacidade máxima Assim eu espero. Neste ano, ainda vamos gradativamente. Ainda temos muito aprendizado neste ano”
Por fim, o CEO falou sobre o gramado da Arena, já que o clube vive com dificuldades no Mineirão devido à grama do estádio, e afirmou que existe a possibilidade de mudança para sintético no futuro.
“Vamos ver o comportamento do gramado. Teremos jogos, os shows. Vamos cobrir o gramado, vamos ver o comportamento. Acho que, muito provavelmente, vamos fazer a substituição para o gramado sintético. É uma tendência (que isso aconteça). Não tem nada definido, mas uma tendência nos levará a isso (troca)”.
“Eu sempre tive a convicção de que teríamos de fazer grama sintética. Naquele momento, a minha decisão era de que eu precisava de uma decisão rápida, dentro do que já estava no custo. Eu queria entender como a grama natural iria comportar. Uma grama sintética não vai custar menos de R$ 10 milhões hoje. A grama natural custou R$ 900 mil. Achei que era um risco que valeria a pena”, disse.
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