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CEO do Atlético fala sobre custo do elenco, venda da SAF e dívida total do clube

O CEO do Galo, Bruno Muzzi, falou sobre diversos temas em entrevistas à Rádio Itatiaia na manhã deste sábado

O Galo viajou até Assunção, no Paraguai, e empatou com o Libertad por 1×1, garantindo a vaga nas oitavas de final da Libertadores, em um jogo difícil e amarrado, com grande pressão dos donos da casa. E o jogo foi marcante pelo estilo do novo treinador do clube, Felipão.

Agora, o clube alvinegro se prepara para o clássico diante o América pela 13º rodada do Campeonato Brasileiro. Em meio a isso, o Galo segue de olho na inauguração da Arena MRV e no Jogo das Lendas, que irá reunir os maiores nomes da história do clube alvinegro.

E neste sábado (01), faltando duas semanas para o evento, o CEO do Galo, Bruno Muzzi, e também CEO da Arena, falou sobre alguns temas importantes, como o custo do elenco alvinegro que está dentro do orçamento do clube.

“Esse ano, a folha está orçada em R$ 212 milhões (ano). Nós chegamos a ter R$ 238 milhões, hoje estamos em R$ 215 milhões. Não reduzimos elenco, fizemos movimentos”.

Além disso, Muzzi falou sobre a divisão da SAF que foi divulgada na noite de ontem (30), que chegou a 75% x 25%.

“Se você tira a dívida do Atlético (1,8B) do 2,1B, a associação passa a ter 300MM. Quando você aporta 900MM, total de R$ 1,2 BI (R$ 300MM + R$ 900MM. As participações são definidas pelos aportes: R$ 300M (25%) + R$ 900MM (75%)”

Por fim, Muzzi comenta a venda da SAF e o aporte feito inicialmente, a presença dos 4Rs e outros empresários no novo modelo de gerencia do clube, e é claro, a ausência de Peter Grieve.

“O aporte inicial de R$ 915 milhões já contempla R$ 315 milhões de conversão da dívida de Rubens/Rafael e Ricardo Guimarães. São R$ 600 milhões que vão diretamente para o caixa da SAF. A avaliação do Atlético é R$ 2,1 bilhão. O aporte de R$ 915 milhões, que é o dinheiro que vai entrar, é pagamento de dívida, e tmb utilizado na gestão do clube. Esse detalhamento iremos trazer nos próximos dias. Em relação aos R’s vendendo para si mesmo, é uma certa covardia falar isso. Você vê no Conselho o Rubens detalhando tudo que foi feito por ele no clube, até hoje. Não teria opção melhor ter na SAF pessoas que sempre ajudaram o clube”


“Processo de captação nos EUA não está simples. Se, quando fecharmos a operação, ele tiver algum recurso que queira trazer, será será bem-vindo, mas em papel minoritário.