
Diferentemente da última temporada, nesse ano o Atlético gastou apenas 4 milhões de reais em reforços para 2022
Campeão Brasileiro e da Copa do Brasil em 2021, o Atlético Mineiro planeja se manter no topo do futebol brasileiro em 2022, e para isso, se reforçar é necessário.
Porém, nesse mercado atual, o Galo tem tido uma postura e perfil totalmente diferentes do último ano, quando acabou desembolsando grandes valores.
Dos reforços para a temporada, Ademir, Diego Godín, Fábio Gomes e Otávio, apenas o jovem atacante demandou gastos para o clube mineiro.
Na contratação do jogador, o Galo pagou US$ 750 mil por 50% dos direitos do atacante. Já os outros reforços chegaram de graça.
As outras três contratações aconteceram nos mesmos moldes. Godín, Otávio e Ademir, estavam em fim de contrato em seus clubes, e com isso, a diretoria alvinegra firmou pré-contrato com os atletas, os conseguindo de graça ao fim do vínculo dos jogadores.
Essa estratégia pode ser usada por um novo atacante, Cristian Pavón, do Boca Juniors. Aos 26 anos e em fim de contrato com o clube argentino, o jogador poderia se juntar ao Galo de graça em junho.
Além dessas contratações a custo zero, a intenção do Galo é a de voltar a buscar reforços de peso a partir da próxima temporada, quando o estádio do clube, a Arena MRV, deve ser inaugurado.
Foto de Pedro Souza/Atlético
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