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Cuca fala sobre escolha de Turco Mohamed pelo Atlético

Em entrevista para a Rádio Itatiaia, o treinador alvinegro falou sobre o seu substituto no Atlético Mineiro e relembrou duelo em 2013

A temporada de 2021 foi especial e marcante para os torcedores atleticanos, com a conquista do Triplete nacional formado pela Copa do Brasil, Brasileirão e Campeonato Mineiro.

Porém, outro momento marcante foi a saída de Cuca do comando do time, após a final da Copa do Brasil.

Com isso, o Galo voltou ao mercado de transferências na procura por um novo comandante e acabou encontrando o argentino Antonio ‘El Turco’ Mohamed, que assinou até dezembro de 2022.

Diante isso, em entrevista a Rádio Itatiaia na última sexta-feira (4), Cuca respondeu vários questionamentos que surgiram desde a sua saída do clube, e falou da escolha por Antonio Mohamed, técnico argentino de 51 anos.

Ainda na entrevista, Cuca desmentiu os boatos sobre o desejo de votar ao Galo e o pedido de retornar ao clube após sua saída.

“Não é verdade. Eu já tinha tomado minha decisão e comunicado o Rodrigo. Estava torcendo para que as coisas acontecessem da melhor forma para o Atlético, até para ele não perder tempo, já que tem uma decisão dia 20 (contra o Flamengo), mas já deu tudo certo e acho que fez uma boa escolha com o Mohamed. Daquela vez que jogamos contra o Tijuana (em 2013) deu para ver que o time dele era muito bem montado. A estrutura está toda ali, o time já tem padrão de jogo, os encaixes ele vai fazer da maneira dele, mas o principal ele tem que é um ambiente formado, positivo e vencedor. Agora ele põe o jeito dele de trabalhar porque tem tudo para ser um ano bom também”, destacou Cuca.

Ao fim da entrevista, Cuca relembrou o duelo de 2013 pelas quartas-de-final da Copa Libertadores, entre o Galo e o Tijuana-MEX, que era comandado por El Turco.

“Uma coisa me marcou dele, sabe? Quando acabou o jogo, ele foi até o nosso vestiário, fumando um charuto, enquanto no dele o pau estava quebrando, porque não era para o Riascos bater o pênalti, era outro. Ele parou para conversar comigo sobre o próximo adversário que era o Newells, que ele conhecia muito bem. Foi uma coisa que me marcou bastante”, lembrou o ‘comandante do triplete’.

Foto de Pedro Souza/Atlético