
Com o jogo da Seleção diante a Bolívia amanhã (08), o camisa 10 e principal nome nacional, Neymar comentou sobre a chegada de Diniz
As Eliminatórias da Copa do Mundo estão prestes a começar, e a Seleção Brasileira entra em campo amanhã (08), diante a Bolívia, pela primeira rodada eliminatória para a Copa do Mundo de 2026, na América do Norte.
Com isso, o principal nome da Seleção, o camisa 10 Neymar JR, falou em entrevista coletiva nesta quinta (07), sobre temas importantes de sua carreira e da equipe nacional. E uma das primeiras perguntas feitas ao jogador foi sobre a chegada de Fernando Diniz ao comando técnico da Seleção.
“Tem sido muito gratificante. Sempre admirei muito o trabalho do Diniz. Por tudo que ele fez nos clubes, por tudo que os jogadores já falaram dele, meus amigos. É orgulho muito grande trabalhar com ele. É nosso comandante, vamos tentar fazer dar certo. Minha relação com ele é igual a que tive com outros treinadores. De muita afinidade, de muito respeito, de muitas conversas. O atleta tem que, sim, conversar com o treinador, para escutar o seu lado. O que às vezes sai nos meios de comunicação não é verdade. Você sendo bem direto e verdadeiro, é o mais importante nessa relação.”
O camisa 10 ainda falou sobre o novo estilo de jogo com Diniz e a mudança de posição.
“Taticamente, é difícil mudar o estilo de jogo que a gente tem na Seleção, o meu posicionamento principalmente, acho que não muda muito, continua bem parecido com o que era no Tite.”
Por fim, Neymar falou sobre a eliminação da Copa de 2022 e o sonho de conquistar a taça em 2026, no mundial dos Estados Unidos, México e Canadá.
“Quanto ao nosso título mundial, infelizmente foi adiado mais uma vez, de uma forma que todos nós sabemos, não preciso ficar citando aqui. É triste. Não tem derrota mais triste que tive. O que temos que tirar de aprendizado são as coisas boas que fizemos até aqui. Temos alguns jogadores que jogaram a Copa do Mundo, temos muitos jovens que estão vindo. Isso vai nos ajudar a fortalecer. Faltam três anos, mas passa muito rápido, a gente tem que começar nossa preparação agora.”
“O caminho parece longo, são três anos, mas passa rápido. Caminho começa agora, no jogo de amanhã, respeitando a Bolívia, mas ao mesmo tempo querendo vencê-los. É uma renovação, não é da noite para o dia que isso vai acontecer, não é que a gente vai sair jogando muito bem, do jeito que o Diniz quer. Tem que ter paciência para que esse trabalho possa dar frutos, como o do Tite deu, por mais que a gente não tenha vencido, a gente sabe que fez tudo que podia, sabe que o trabalho do Tite foi importante para todos aqui na seleção brasileira. Tem que começar agora, ter cabeça totalmente focada, dar o melhor, tem que classificar primeiro para depois pensar no objetivo.”
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