
O City Football Group, dono do Manchester City, está na liderança como comprador do time e de mineiro e teve uma proposta recente de R$1 Bilhão
Uma notícia bombástica abalou o futebol brasileiro nos últimos dias. O City Football Group, dono do Manchester City e de uma importante lista de clubes ao redor do mundo, está tentando comprar o Atlético Mineiro -que tem dívidas milionárias- e dessa forma, se tornaria o primeiro time brasileiro a estar sob tutela desse grupo de investimento.
De fato, segundo o Globo Esporte, a entidade (de propriedade do xeique Mansour bin Zayed Al Nahyan) já teria feito uma primeira oferta de quase 200 milhões de dólares para a compra do Galo, algo no valor de R$1 Bilhão, que se tornaria um clube-empresa por meio da estrutura de uma Sociedade Anônima de Futebol (SAF). O poderoso grupo sediado na Inglaterra ficaria com 51% das ações do clube mineiro.
Apesar dos números exuberantes, e além do fato de já haver encontros entre dirigentes da equipe de Belo Horizonte e o CEO do City Football Group, o espanhol Ferran Soriano, a proposta não convenceu os dirigentes brasileiros, que consideram a oferta insuficiente e querem o dobro: querem aproximadamente quase 400 milhões de dólares (R$ 2 Bilhões).
Ainda sem definições concretas, esta é uma chance séria, tendo em vista que o Atlético está em uma situação econômica frágil e tem dívidas superiores a US$ 250 milhões (R$ 1 bilhão e meio).
Mas a pergunta que muitos torcedores se fazem é: em caso de venda e abertura para um SAF, as questões básicas da identidade do clube mudarão? O que aconteceria com a camisa, nome ou escudo?
Por si só, a única coisa que mudaria são os proprietários e a estrutura da instituição, que se tornaria uma Sociedade Anônima de Futebol (SAF), abrindo-se assim para a compra de ações. As preocupações dos torcedores sobre aspectos de identificação do time fazem sentido: existem clubes conhecidos do City Football Group que compartilham características comuns e especiais.
A palavra “City” no nome da instituição ou a cor da camisa azul clara são algumas das distinções, embora nem todos os clubes que estão sob seu poder as tenham. Sem ir mais longe, o Troyes da França -o último clube que a organização comprou- ou o Girona da Espanha, não mudaram suas raízes e ainda pertencem ao grupo empresarial inglês.
Dessa forma, conforme noticiado pelo UOL Esporte, o Atlético Mineiro se juntaria a esse seleto grupo de clubes que não mudariam sua identidade em relação ao uniforme e suas cores, ao escudo ou ao nome se fosse comprado pelo City Football Group, que respeitaria assim, 100% de suas características.
Na América do Sul, a entidade é proprietária do Montevidéu City Torque do Uruguai -que tem seu nome e cores padronizadas- e desde janeiro de 2021, está associada ao Bolívar, da Primeira Divisão da Bolívia, embora agora queira dar um passo ainda mais forte e possuir o um dos clubes mais importantes do Brasil, e do futebol Sulamericano.
Foto de Pedro Souza/Atlético
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