
Por uma dívida não paga das gestões anteriores, o Santos teve seu ônibus penhorado, para acertar uma dívida com a Red Vision, responsável por um polêmico vídeo apresentado às vésperas das eleições santista. A ação movida pela empresa, fez com que o Santos tivesse seu ônibus penhorado, mas segundo a empresa, não foi aceita a penhora do veículo, sob a alegação do ônibus estar em condições precárias e o valor não ser suficiente para cobrir o valor da execução.
Com a negativa, foi solicitado ao tribunal, o bloqueio de R$ 150 mil nas contas do Santos, segundo informação inicial publicada no site UOL e confirmada pelo Mercado do Futebol. A Red Vision afirma que a preferência de receber o valor é em dinheiro e não em outras formas, já que o Santos possui ativos financeiros e aplicações bancárias, além de receitas de TV e marketing, que podem quitar a dívida.
Em julho, o Santos recebeu a visita de um oficial de Justiça, que penhorou um ônibus, ano 2000, marca Scania, modelo M Polo Parad GVR, de cor branca, avaliado em R$ 90 mil, que seria suficiente para quitar a dívida. Segundo a produtora, o veículo tem mais de 20 anos de uso, e suas condições precárias, dificultam a negociação futura.
A empresa ainda alega o não pagamento das parcelas de maio, junho e julho do contrato, o que fez a dívida crescer em mais R$ 51 mil. O acordo inicial foi feito na gestão do ex-presidente Orlando Rollo, em torno de R$ 220 mil, feito em 17 de novembro, há 25 dias das eleições santistas, e o ‘sinal’ pago de R$ 50 mil em 10 de dezembro, dois dias antes das eleições do Santos. O contrato previa uma multa de R$ 30 mil em caso de atrasos, que foi um dos motivos de contestação do Santos. Outro ponto relevante apontado pelo Santos, é o fato do acordo ferir o estatuto social do clube, em pelo menos cinco artigos.
Por parte do Santos, o questionamento põe em dúvida a procedência do vídeo polêmico feito pela empresa, que mostra imagens de um país asiático, além dos gols que são apresentados, poderem ter sido extraídos da internet e também ter vários erros de digitação. Com esses motivos, o Santos pede a extinção da execução pedida pela produtora.
O ex-presidente Orlando Rollo enviou um documento ao Conselho, onde classifica como “mais uma ilação maldosa e irresponsável”, da Comissão Fiscal do Santos. Rollo afirma que os valores remanescentes do contrato seriam pagos dentro da previsibilidade do fluxo de caixa, de acordo com o orçamento aprovado pelo Conselho Fiscal do Santos.
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