
Ídolo e ex-camisa 10 da Seleção Brasileira, Rivaldo falou sobre a busca da CBF por um novo treinador e elegeu os seus nomes favoritos para o cargo
Com a saída já confirmada de Tite do comando da Seleção Brasileira, a CBF começa mais uma vez a busca por treinadores após 6 anos sob o trabalho de Adenor. Agora, o foco é nas eliminatórias da Copa de 2026 que começam na próxima temporada, além da Copa América de 2024.
Para isso, a maior Seleção do Mundo precisaria de um treinador a altura para comandar os jovens do elenco canarinho, e um nome experiente e muito vitorioso surgiu entre as possibilidades.
Segundo informações de Vitor Sérgio Rodrigues, o VSR da TNT Sports Brasil, Carlo Ancelotti teria dito que aceita assumir o Brasil após a temporada europeia, no caso em julho de 2023. Com isso e a notícia de que a CBF teria procurado o italiano, alguns ex-treinadores começaram a se posicionar contra a possibilidade de um estrangeiro comandar o Brasil.
Mesmo com essa possibilidade, alguns ex-jogadores da seleção, como é o caso de Rivaldo, campeão mundial em 2002 e eleito um dos melhores da Copa naquele ano. O ex-camisa 10 falou, em suas redes sociais, sobre essa busca pelo novo treinador da seleção e elegeu brasileiros para o cargo, criticando a busca por estrangeiros.
“Eu não concordo e acho uma falta de respeito com os treinadores brasileiros que seja cogitado a contratação de um treinador estrangeiro para nossa seleção. Acredito que temos treinadores capacitados de assumir a seleção brasileira neste momento e fazer um bom trabalho, como : Rogerio Ceni, Fernando Diniz, Cuca, Renato Gaúcho e Dorival Jr.
Trazer treinador estrangeiro não é certeza que seremos campeões mundias. Até porque se fosse certeza, acredito que o treinador estrangeiro gostaria de ser campeão mundial pelo seu país e alegrar sua nação, que com certeza a sua seleção precisa mais que o Brasil, porque apenas nós somos penta.
Os estrangeiros sem dúvidas são muito bons treinadores também, mas a Selecão é nossa, da nação e tem que ser dirigida por alguem que tenha sangue brasileiro correndo nas veias.
O mais importante são os jogadores, temos que ajudá-los, encorajar e dar confiança… porque temos uma bela geração à caminho e uma base com experiência com a amarelinha.
Copa do Mundo é um torneio curto e se ganha ou se perde em pequenos detalhes, e isso vai continuar sempre para qualquer seleção com qualquer treinador.
Esta é apenas a minha humilde opinião.”
Foto de Getty Images
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