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Rodrigo Caetano afirma que Turco Mohamed foi ‘injustiçado’ no Atlético Mineiro

O diretor de futebol do clube alvinegro falou sobre a demissão e o trabalho do ex-treinador do Galo, Antonio Mohamed

Diante o São Paulo na última terça-feira (01), o Galo entrou em campo para tentar subir na tabela do Brasileirão 2022 e buscar a sonhada vaga direta na Copa Libertadores de 2023, porém, acabou empatando em 2 a 2, com destaque para a atuação de Eduardo Vargas, autor dos dois gols alvinegros.

O empate levou o Galo para a 6º colocação na tabela, passando a frente do adversário direto, Athletico-PR, por um ponto. Agora, o clube segue com essa difícil missão, e já começa a se posicionar no mercado de transferências para reformular seu elenco visando melhores resultados no próximo ano.

Uma das mudanças seria no comando técnico da equipe, uma vez que Cuca não deve permanecer para 2023. Porém, em entrevista nessa sexta-feira (04), o diretor de futebol do clube, Rodrigo Caetano, falou sobre o primeiro treinador dessa temporada, Antonio ‘El Turco’ Mohamed, e sua demissão, afirmando que o comandante não teve o tempo necessário no clube.

“Acho que por conta dessa intolerância e aquela questão de sempre imaginar que nós já tínhamos atingido o auge, não poderíamos oscilar, que é um equívoco bárbaro. Antonio Mohamed pagou muito a conta porque ele substituiu o Cuca. Porque ele disputou praticamente três competições e ganhou duas e fomos primeiro lugar no grupo na Libertadores. Não se teve a devida tolerância com ele.”

Turco Mohamed foi contratado em janeiro e ficou no clube até o fim de julho. Nesse período, foi campeão Mineiro e da Supercopa do Brasil, ao vencer o Flamengo nos pênaltis. No comando da euqipe, o treinador teve 69,6% de aproveitamento. Ao todo foram 45 jogos com 27 vitórias, 13 empates e 5 derrotas.

Foto: Pedro Souza / Atlético