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Rodrigo Caetano critica atuação do VAR nos jogos diante Goiás e Red Bull Bragantino e fala sobre decisão do STJD no caso Hulk

O diretor de futebol alvinegro falou em entrevista coletiva nessa quinta-feira (12), sobre a atuação do VAR nos últimos jogos

O Atlético Mineiro visitou o Red Bull Bragantino no estádio Nabi Abi Chedid na noite de ontem (11), pela partida adiantada da 7º rodada do Brasileirão 2022. Porém, em jogo movimentado e com melhores chances para o lado alvinegro, o placar ficou em 1×1, com bastante reclamação dos visitantes.

Na manhã dessa quinta-feira (12), o diretor de futebol alvinegro, Rodrigo Caetano falou sobre as decisões recentes do VAR diante o Galo, como a não expulsão de Danilo Barcelos em lance com Guga, no jogo entre Galo e Goiás.

“Em qualquer partida, o jogador teria recebido cartão vermelho. Para o Galo, não é nem chamado o VAR. O pênalti no final, o árbitro não dá o pênalti, é chamado pelo VAR. No mínimo está estranho. Mas, quero dizer para o torcedor, que, por mais que enfrentemos mais esse problema, nós vamos ter que melhorar nossa performance para superar isso” ressaltou o dirigente.

O diretor seguiu falando sobre a utilização do VAR no Brasileirão e o investimento dos clubes no recurso de vídeo.

“Outro absurdo. Todos nós sabemos a regra. A gente faz um investimento, temos consultor de arbitragem, que informa não só as regras, mas também as orientações. Não sei se mudou a orientação com o Seneme (Wilson, presidente da Comissão de Arbitragem da CBF). Acho importante ele dizer. Verdade seja dita, é inacreditável o lance que foi anulado, o pênalti, o cartão vermelho, que certamente mudariam a história do jogo” disse Caetano.

Rodrigo ainda citou o caso Hulk, que será julgado e poderá pegar 12 jogos de suspensão pelo STJD no Brasileirão.

Não foi só ano passado, este ano também. Não é por acaso o absurdo do Hulk, denunciado no STJD. Nós sabemos como é composto o STJD, da identificação de vários dos auditores com determinados clubes. Talvez, muito provavelmente, através de um comentário de rede social, o Hulk, que tomou o cartão amarelo, foi denunciado, algo lamentável.

“A gente tem que fazer aquilo que é orientação da CBF e estamos fazendo. Estamos questionando os porquês e uma coisa é certa, nós não vamos nos calar.”

Por fim, Caetano falou sobre uma possível “perseguição” ao Atlético, após as duras críticas e piadas de rivais a respeito das decisões do VAR em jogos do Atlético.

“Penso que tem reflexo, sim. Estamos em um país, que, infelizmente, hoje em dia, as redes sociais têm um peso enorme, manifestações de outros clubes desde o ano passado, de forma até exagerada, querendo diminuir a qualidade do trabalho e até o mérito da conquista do Galo através desses detalhes.”

Foto de Pedro Souza/Atlético

Mateus Guimarães

Apaixonado por esportes e jornalismo | 20 anos | Mineiro e Nerazzurri @alohateus

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