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Rodrigo Caetano fala sobre a permanencia de Turco Mohamed e descarta Renato Gaúcho e Odair Hellmann

Treinador está pressionado após a eliminação na Copa do Brasil, mas segue no comando do clube para o duelo contra o Botafogo

A grande partida entre Atlético Mineiro e Flamengo, válida pela volta das oitavas de final da Copa do Brasil de 2022, acabou com um desfecho surpreendente e triste para os torcedores alvinegros. pós vencer a ida por 2×1 no Mineirão, o Galo entrou em campo de forma apática na noite de quarta (13), no Maracanã, e perdeu por 2×0, dando adeus ao torneio.

Com isso, o cargo do treinador Antonio Mohamed ficou ameaçado no comando do clube alvinegro, o que gerou reuniões dos diretores e investidores do Galo para decidir sua permanência. Após o encontro ficou decidido pela sua permanência, mas ainda sem total certeza.

Porém, nessa sexta-feira (15), segundo informações de Thiago Fernandes, da Band Minas, uma nova reunião entre diretoria e investidores do Atlético-MG hoje, poderia definir a saída do argentino do cargo de treinador do clube, porém, o resultado foi o oposto.

Segundo informações da Rádio Itatiaia, o treinador ficará no clube até o próximo jogo, diante o Botafogo, no domingo dia 17.

O diretor esportivo alvinegro, Rodrigo Caetano, falou em entrevista sobre a permanência do treinador.

“Na verdade, não é algo inusitado (a reunião). Costumamos ter as reuniões, principalmente em momentos importantes. Após uma eliminação, é momento importante para discutir, avaliar, projetar. Foi decidido. E mediante muitas e muitas possibilidades levantadas, a gente discutiu. Óbvio que avaliamos o trabalho. O treinador segue no cargo. Não teve, como foi falado aí, substituição nesse momento”.

O diretor alvinegro ainda descartou as contratações de Renato Portaluppi e Odair Hellmann, e negou divergências internas sobre a permanência de Turco.

“Isso não traduz a realidade. Não sei quem falou isso. Importante falar isso. A decisão de o treinador seguir é unânime. E, se um dia acontecer uma troca, será baseado na unanimidade. Não haverá preferência de A, B ou C. O órgão colegiado decide por unanimidade.”

Foto de Pedro Souza/Atlético