
O diretor esportivo alvinegro participou de uma entrevista nessa terça-feira (22), a Rádio Itatiaia e falou do polêmico assunto dos pênaltis
Desde a última temporada, o assunto ‘pênalti para o Galo’ vem causando inúmeras polêmicas no futebol brasileiro, principalmente com as piadas e memes que causam uma certa revolta na torcida e diretoria alvinegra.
Nesse tema, o diretor de futebol do Galo, Rodrigo Caetano, falou em entrevista nessa terça-feira (22) a Rádio Itatiaia, sobre o a polêmica dos pênaltis para o Galo.
“Primeiro que pênalti está na regra, né? A não ser que queiram tirar da regra do jogo do Galo, dizer que não podemos ter mais. Não sei se é isso que querem mudar. Podiam, na verdade, mudar a regra de estrangeiros e subir para sete (são cinco atualmente), ao invés de anular os possíveis pênaltis para o Galo. Outra coisa que me chama atenção é que, ao fazerem isso, e muitas das vezes vemos cidadãos identificados com outros clubes- não vou chamá-los de profissionais, porque estarei diminuindo os profissionais de imprensa, e não faria isso -, acabam diminuindo o nosso trabalho. Desqualificar ou sugerir que existe qualquer tipo de privilégio e vantagem para o Atlético ter sido campeão, é realmente não querer reconhecer que do lado de cá existe trabalho. E isso nos deixa indignados”, destaca Caetano.
O diretor ainda falou sobre a temporada de 2022 e a disputa por títulos na temporada, e critica a postura da mídia com os batedores de pênalti dos outros clubes brasileiros.
“Só existe uma saída para isso que é ganharmos de novo (os títulos). E vamos disputar tudo de novo, quer eles queiram ou não. Podemos não ganhar, mas daremos trabalho novamente. Este é o espírito no Galo. Alguns clubes, quando têm um número de penalidades, são exaltados pelos seus batedores, como Palmeiras com Raphael Veiga, ou Flamengo, com Gabigol. Mas ninguém fala do índice de aproveitamento do Hulk, mas dos pênaltis para o Galo. A conotação é diferente. Não queremos nem mais e nem menos que os demais, mas que valorizem o nosso batedor. Se nosso jogador frequenta muito mais a área adversária, buscando o gol, é uma questão de probabilidade. É o tipo de assunto chato, principalmente por não quererem reconhecer que aqui tem muito trabalho e, não por acaso, conquistamos o que conquistamos. E seguiremos”, acrescenta.
Foto de Pedro Souza/Atlético
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