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VAR atua de forma decisiva no jogo do Santos em duas situações, veja conversa

Em mais uma partida, o Santos teve atuação decisiva do VAR, onde o gol feito pelo atacante Marcos Leonardo, teve uma falta do atacante Léo Baptistão no lance anterior. O auxílio das imagens também foi utilizado na marcação do pênalti de Rodrigo Fernández em Marcos Rocha, que Rafael Veiga cobrou na trave.

Na primeira intervenção, o VAR avisa sobre uma “possível falta de ataque”, onde o árbitro de vídeo Wagner Reway, orienta o árbitro de campo Luiz Flávio de Oliveira, que não observou o lance faltoso no seu decorrer, a rever o lance. “Deixa eu ver essa possível falta de ataque… É, empurra.” O lance ainda tem a checagem de um possível impedimento do atacante Marcos Leonardo, mas como a bola veio por toque do jogador Gabriel Menino, não haveria impedimento, segundo interpretação da cabine do VAR, mas o árbitro já estava convicto da anulação do gol. “(VAR) Quer que eu mostre o impedimento? (Luiz Flávio) Pode mostrar, mas aqui já mata o lance na falta. Estou impedindo o gol e marcando falta, ok?”

No segundo tempo, o VAR também teve papel decisivo, para definir a marcação do pênalti do volante Rodrigo Fernández no lateral Marcos Rocha. Segundo Luiz Flávio, o lance não não teria ação faltosa. “Nada, nada, só um encontro, normal.” A avaliação do VAR concluiu que houve um tranco nas costas e orientou a revisão do lance no vídeo. “Foi um tranco nas costas. Luiz, te recomendo revisão para possível penal. O tranco foi nas costas do jogador.” Com a revisão, o árbitro da partida mudou sua marcação e assinalou pênalti. “Estou voltando, penalidade, pênalti, foi nas costas, totalmente nas costas.”

OPINIÃO – Desde a implantação do VAR nos jogos que acontecem no Brasil, o que seria para ser um grande avanço e uma ajuda às decisões da arbitragem, tornou-se de fato, uma ‘escora’ para a arbitragem dentro de campo, já que o que aparenta, é que não se tem mais a preocupação de se acertar no ato do lance, uma vez que se tem a conferência do VAR, nos lances de gol ou de possíveis expulsões. A situação ainda complica, quando mesmo com as imagens, as decisões são tomadas de forma errada e o prejuízo fica para os clubes, enquanto a arbitragem dentro de campo vai perdendo sua autoridade e mando nas decisões. A CBF precisa, mais do que nunca, rever esta situação, pois os árbitros no mínimo, precisam ser mais preparados para as decisões dentro de campo, e não simplesmente aguardar a opinião do VAR e depois conferir no monitor se acertou ou errou.

(Foto: Ivan Storti / Santos FC)

Filipe Dias

Editor-chefe do MF. Paulista de São Paulo, Mineiro de Guaxupé, fundador da GuaxuPeixe, Torcida do Santos em Guaxupé e Setorista do Santos FC.

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