
Segundo entrevista do atacante, a ideia é trabalhar em diálogo com a UEFA e a FIFA, mas também com governos e autoridades políticas.
Com a final da UEFA Champions League batendo a porta, as equipes finalistas, a Inter de Milão e o Manchester City, vivem os últimos dias de preparação para buscar o sonho máximo, a tão sonhada taça de campeão europeu. A Inter busca o seu tetracampeonato, enquanto o City quer o tão sonhado título inédito, que pode formar o triplete junto às conquistas da Premier League e FA Cup.
E as vésperas da grande decisão, um dos principais nomes da Inter, o centroavante e camisa 90, Romelu Lukaku, se pronunciou sobre os recentes casos de racismo no futebol europeu. Em entrevista, o jogador anunciou sua intenção de criar um sindicato de jogadores de futebol focado na luta contra o racismo.
A ideia é trabalhar em diálogo com a UEFA e a FIFA, mas também com governos e autoridades políticas, além de dar cargos para pessoas não brancas, com o foco nas mudanças internas dos órgãos governamentais.
“(…) muitos jogadores ouvem muitas coisas que não são agradáveis. Os governos precisam começar a se envolver nessas questões também, o que não acontece o suficiente. Pessoas não brancas, coloque-as no topo de cada sala de reuniões. Assim que a mudança começará.”
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