Beatriz, 22, passagens pelo Centro Olímpico, Osasco Audax, Rio Preto, Flamengo e Santos
Se não fosse jogadora seria? R: Lutadora de Karatê.
Um hobbie? R: Ver o por do sol e ir ao cinema.
Cor favorita? R: Preto e azul.
Prato preferido? R: Lasanha de Camarão.
Uma música? R: Não pare – Midian Lima.
Um filme? R: Lillo Stitch 1, 2 e 3.
Pessoa que te inspira a jogar? R: Formiga.
Qualidade? R: Paciência.
Defeito? R: Teimosia.
MF: Qual é a sua opinião sobre o atual cenário do futebol feminino no país em questão de visibilidade, estrutura, salário?
R: Ainda estamos longe do ideal pra modalidade, mas estamos ganhando força e evoluindo gradativamente, o processo vem acontecendo, os clubes vem entendendo que a modalidade pode dar retorno ao clube, basta investir e saber usar a imagem feminina dentro das quatro linhas. Ainda existem clubes que não investem e não pagam as atletas em dia, isso não podemos negar, mas sabemos que em breve isso não vai mais acontecer pois a modalidade está crescendo dia após dia.
MF: Com passagens pelo Centro Olímpico, Osasco Audax, Rio Preto, Flamengo e agora Santos. Qual a sua relação com cada clube que passou? Qual memória mais marcante tem com cada?
R: Tenho um carinho enorme por cada um deles, todos de uma forma diferente, aprendi muito vestindo cada uma das camisas citadas acima. Centro Olímpico, me faltam palavras pra descrever todas as memórias boas que tenho, mas sem dúvidas foi na categoria de base, no qual nós éramos um elenco sub-15 e fomos campeãs de uma competição sub-17 de uma maneira histórica. Osasco Audax, tenho boas experiências vividas por lá, tive a oportunidade de evoluir e pegar um pouco da experiência de algumas jogadoras mais velhas que atuavam comigo.
R: Rio Preto, o tão sonhado Campeonato Paulista, inesquecível. Flamengo, além de evoluir como atleta, eu cresci como pessoa e ser humano, no Flamengo vivi momentos incríveis, tive oportunidades marcantes, me superei como atleta e fiz amigos que levarei por toda a vida. Santos, um dos meus sonhos sendo escrito, vestir a mesma camisa que a Marta vestiu é indescritível, jogar na Vila Belmiro cheia então, nem se fala. O Santos tem tradição, espero e desejo ser muito feliz com o manto alvinegro praiano.