Especial

Entrevista com Karol Dias

Entrevista com Karol Dias, 23, teve passagens por Francana, CRESSPOM, 3B da Amazônia, América-MG e Cruzeiro

 

Se não fosse jogadora seria? R: Profissional na área Fiscal ou Contábil.

Um hobbie? R: Tocar violão.

Cor favorita? R: Preto.

Uma música? R: Tudo é possível – Fernandinho.

Um filme? R: Até o último homem.

Pessoa que te inspira a jogar? R: Formiga e Marta.

Qualidade? R: Persistência.

Defeito? R: Às vezes introvertida.

MF: Qual é a experiência de ter jogado em clubes rivais como América MG e Cruzeiro? Sentiu diferença na torcida e na estrutura?

R: Além de amigos que fiz, tive a experiência de ganhar títulos importantes. Ambas as equipes foram clubes acolhedores que me proporcionaram boas condições de trabalho, sou muito grata pela passagem nas duas equipes, as torcidas são sensacionais, e tornam a caminhada mais animada e que são pontos positivos e motivacionais na trajetória de todo atleta.

 

MF: Com passagens por Francana, CRESSPOM, 3B da Amazônia, América-MG e Cruzeiro. Qual é a melhor memória que você possui com cada um? Qual a sua relação com eles?

R: Além de títulos e conhecimento, outra boa memória são as pessoas que conheci em cada um deles, que levarei pra vida e ficaram marcados na minha trajetória. E sim mantenho boas relações com os clubes.

 

MF: Quando decidiu ser jogadora teve apoio da família desde o ínicio? Quais dificuldades encontrou pelo caminho para seguir no futebol feminino?

R: Sim, minha família sempre me apoiou, em um certo momento teve um receio da parte deles em relação a sair de casa, mas sempre me apoiaram. As dificuldades encontradas foram muitas vezes, financeiras, preconceitos.

Karol Dias pelo Cruzeiro. Foto: Divulgação.

MF: Quais são seus objetivos em relação à títulos e a sua carreira? Pretende atuar por mais clubes brasileiros, jogar fora do Brasil ou até pensa em seleção brasileira?

R: Assim como todo bom profissional, almejo sempre o melhor, quero conquistar títulos nacionais e internacionais. Quanto a seleção sempre foi um sonho, assim como o objetivo de adquirir novas experiências fora do país.

 

MF: Hoje sem clube está na espera de uma proposta oficial ou já tem alguma negociação em andamento?

R: Graças à Deus tenho uma proposta, em breve sairá a divulgação.

 

MF: Qual foi o maior desafio da sua carreira? Sofreu preconceito no futebol feminino?

R: O maior desafio foi lesões que tive e me impediram de dar boas sequências em alguns momentos. E o preconceito é uma situação corriqueira na carreira infelizmente, sempre tem alguém que julga pela escolha da profissão.

Tags: ENTREVISTAS
Laura Marcello

Aspirante a jornalista e comentarista esportiva. Botucatuense, 18 anos e apaixonada por futebol. Carpe Diem

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