Entrevista com o goleiro Marcos Miranda do Brasil de Pelotas-RS

O MF entrevistou o goleiro experiente Marcos Miranda que começou sua carreira na Europa e voltou ao Brasil para brilhar no seu país de origem

 

CONFIRA NA ÍNTEGRA:

 

1- Como foi o início da sua carreira na Itália? Pretende um dia voltar? Como foi sua ida ao NK Istra Pula (Croácia)?

R: Com 12 anos fui para o Campo Grande-RJ, onde eles me prepararam para ir à Itália, fiquei até os 14 anos e me transferi pro Treviso. Lá fiz toda minha base e me transferi para outros clubes onde me profissionalizei. Pretendo sim, um dia poder voltar a jogar na Itália e jogar no Milan que é um dos time que tenho sonho em jogar. Na Croácia foi uma passagem rápida onde não tive espaço e acabei jogando mais no time B.

 

2- Todos os anos que você passou na Fiorentina, qual o ano que você achou mais proveitoso? Como você avalia sua experiência nesse grande clube?

R: Todos os anos pra são proveitosos, pois procuro tirar uma experiência sempre positiva de cada lugar. Foi uma experiência muito importante pra mim, por que trabalhei com Frey, que já foi da seleção da França, Vlad Avramov, que era seleção da Sérvia e todos me davam bastante conselho positivo e orientações de posicionamento no gol.

 

3- Na sua volta para o Brasil como foi a readaptação e a sua primeira temporada?

R: Não tive tanta dificuldade em me adaptar nos clubes, a única dificuldade era a questão da sequência por conta de jogar em times que não tinham calendário ano todo, mas sempre me adaptei bem em situações de jogos.

 

4- Como foi a sua chegada ao Brasil de Pelotas e a sua recepção no novo time? Quais objetivos que você acredita que o elenco consegue alcançar nesse ano?

R: Pessoal do Brasil de Pelotas são bem receptivos, no meu primeiro ano pude trabalhar com Clemer e Gilmar Dal Pozzo, que já foram goleiros e puderam passar um pouco das suas experiências e sempre tirar algo de positivo pela carreira que fizeram. Os objetivos desse ano primeiramente é a permanência na Série B e depois brigar em cima da tabela e pensar ao acesso.

 

Foto: Brasil de Pelotas-RS.
 

5- Como avalias as suas passagens pelo Interporto-TO, Operário-MT, Paranavaí-PR e Rio Claro? Qual desses times foi sua melhor ida e por qual motivo?

R: Sou grato por cada clube que passei até então na minha carreira, e por encontrar profissionais que sempre somaram na minha carreira e de cada um eu tiro um saldo positivo para seguir.

 

6- O goleiro é o primeiro a entrar e o último a sair. Como é o ritmo de treinamentos? O que poderia aconselhar para a nova geração de arqueiros no país?

R: Os treinamentos de goleiros são sempre os mais puxados e intensos porque querendo ou não o resultado de uma partida depende muito do goleiro. Para a rapaziada que vem começando agora o que eu aconselho é de se dedicar o máximo a cada treino como se fosse o último.

 

Foto: Brasil de Pelotas-RS.
 
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