
12 anos atrás, a seleção portuguesa chegava à final da Eurocopa, em casa e tinha tudo para levar a primeira taça européia, pois do outro lado tinha uma surpresa, uma seleção que não era forte no papel, mas mostrou a força do conjunto durante toda a competição. Mesmo assim, os lusitanos acreditavam no título com Cristiano Ronaldo aparecendo para o mundo e os craques consagrados Deco e Figo. Mas esqueceram de avisar a Grécia que, mesmo em solo português, diante de 62,865 torcedores no Estádio da Luz venceu e surpreendeu o mundo, com gol de Charisteas e levando o troféu europeu para o país do jogos olímpicos.
Agora o ano é 2016, novamente a seleção anfitriã na final, novamente dada como favorita, mas Portugal está do outro lado, como coadjuvante, chegando à final mais na base da raça e vontade do que na técnica. Apesar dos bons jogos de Pepe, Nani e Quaresma, além da grata surpresa Renato Sanches, vê o seu principal jogador, a fera Cristiano Ronaldo, abaixo do que pode mostrar, porém, se trata do cara 3 vezes melhor do mundo, maior artilheiro da Eurocopa, Champions League e do Real Madrid. E sob seu comando, único titular remanescente de 2004, os portugueses acreditam que podem repetir o feito da Grécia, acreditam que Cristiano Ronaldo, ao lado de Pepe, Quaresma, Nani, Renato Sanches, Rui Patrício e os demais jogadores podem entrar para a história e trazer esse primeiro troféu que escapou quando ninguém esperava.
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