
No programa “Seleção SporTV”, o jornalista Eric Faria relembrou o processo de escolha do Flamengo quando Jorge Jesus acertou com o Benfica, em 2020. Foi dito que o departamento de futebol, liderado por Marcos Braz, se interessou em Leonardo Jardim.
O entendimento era de que precisava de um nome português e com características semelhantes a Jesus. Ainda assim, a preferência não se repetiu na Gávea, onde fica sede administrativa do clube, que preferiam uma investida por Miguel Ángel Ramírez. Por conta do atrito, foi reduzida a verba destinada para o substituto de Jorge Jesus.
Dessa forma, o valor passou de 4,5 milhões de euros (R$ 28,4 milhões) para 1,3 milhão de euros (R$ 8,2 milhões). A redução inviabilizou a contratação de Leonardo Jardim, que receberia algo semelhante ao que Jesus ganhava. Marcos Braz só foi avisado da redução quando já estava na Europa e havia agendado uma reunião com o treinador.
No entanto, o corte feito pelo departamento financeiro impediu um avanço nas negociações. A solução da equipe foi ir atrás de Carlos Carvalhal, que deu o sinal positivo, inicialmente. Porém, pelo cenário que se encontrava a pandemia, teve que recusar, quase chorando. Nesse sentido, restou ao Flamengo busca outro nome, que foi Domènec Torrent.
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