
Na noite desta sexta-feira (08), o meia Miguel, do Fluminense, pediu rescisão contratual, de maneira unilateral, com o Tricolor. O site NETFLU apurou que os representantes do jovem alegaram, entre outras coisas, o não pagamento de reajuste contratual a partir de junho de 2020, falta de recolhimento do Fundo de Garantia (FGTS) e outras amarrações não cumpridas do contrato.
Além disso, a publicação afirma que não há chance de diálogo entre o estafe do atleta e a diretoria do clube carioca. Ou seja, deverá ser o fim do ciclo do atleta. Os representantes de Miguel estão inconformados com a forma que o meia está sendo deixado de lado nos últimos anos, desde que subiu para os pofissionais. Os dirigentes tricolores não entram em acordo com o estafe quanto a um aproveitamento melhor do jovem e a tendência é que siga assim.
Nesse sentido, a relação do presidente Mário Bittencourt com os representantes da joia da Xerém não é das melhores. Assim, a chance de renovação do jovem, que tem contrato até junho de 2022, não existe. O diretor de futebol do Fluminense, Paulo Angioni, tentou integrá-lo no time sub-23.
No entanto, não havia uma data de retorno aos profissionais, por isso o pai do jovem recusou. Seu contrato possui uma multa de 35 milhões de euros (R$ 235 milhões). Ou seja, a partir de janeiro do próximo ano ele já pode assinar pré-contrato com qualquer outro clube sem que o Fluminense receba nada por isso.
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