Al Diwaniya SC, um alento em termos de investimento no Iraque
A Iraqi Premier League teve seu início em 1974 com o apoio de sua federação, porém a guerra no país entre 2003 e 2011 dificultou o crescimento dos clubes. Após este fato, o campeonato começou a ganhar força, mas ainda está longe de umas das principais do Oriente Médio, mesmo assim conta com estrangeiros: O colombiano Daniel Hernandez, ex-Athletico Paranaense (Al-Shorta Bagdad), o congolês Lema Mabidi, ex-Sabail (Al-Quwa Al-Jawiya) e os brasileiros Bruno Lima, ex-Guarani, Hélio Batista, ex-Estoril Praia, Lucas Esquerdinha, ex-Ypiranga-BA (ambos do Zakho SC), além de Airton, ex-Fluminense e Flamengo atualmente no Erbil (fica na região autônoma do Curdistão).
Mas o fato atualmente relevante da competição que já contou com atletas nacionais como o zagueiro Léo Fortunato (aposentado), o meia Marcel Sacramento (estava no Real Noroeste-ES) e os atacantes Daniel Bueno (atual Qrendi, de Malta), Bruno Gaúcho (ex-Red Bull Bragantino) é o Al Diwaniya SC que nunca foi campeão da primeira divisão (já sendo da segundona) e monta um projeto para sair do incômodo décimo terceiro lugar e assim brigar pelas primeiras posições, nos últimos dias eles chegaram a fazer uma proposta por Alexandre Pato que afirmou em sua rede social não ter pedido uma mansão com piscina privativa para jogar no clube.
O time contratou jogadores para serem referências no futebol iraquiano como os casos do zagueiro Macarrão (ex-Fluminense de Itaúm-SC), o meia espanhol Isaac Padilla (revelado na base do Barcelona) e os atacantes Nathan Kabasele (belga ex-Torino), Maxi Rolón (argentino ex-Santos) e Rogério (destaque do Juventude na Série B 2020). O marketing também está sendo feito, pois o presidente Hussein Al-Ankoushi recebeu uma camisa personalizada e autografada por Lionel Messi, quem sabe o argentino se interesse em receber um Playstation 5 de presente por ser jogador do time (a diretoria fez isso ao elenco da temporada).
Foto de capa: Al Diwaniya SC (Iraque).
