
Syria v Palestine during their AFC Asian Cup UAE 2019 group B match at Sharjah Stadium on 06 January 2019, in Sharjah, UAE. Photo by Stringer / Lagardere Sports
A seleção síria ficou próximo de disputar sua primeira Copa do Mundo em 2018 (deveria passar dois mata-matas), mas agora eles permanecem na luta pela vaga agora para novembro de 2022
A Síria desde 2011 passa por momentos turbulentos (a guerra que começou em janeiro e se intensificou em março, persistindo até hoje). Mas no futebol, a equipe fundada em 1936 (capital Damasco) tem seu melhor momento equiparado à década de 80 (onde disputou a Taça Asiática em três oportunidades seguidas, 1980, 1984 e 1988).
No último ano, o resumo do selecionado é de 7 amistosos (sendo três vitórias e um empate), 3 jogos na Copa da Ásia (tendo somente um empate), 4 duelos da WAFF 2019 (dois empates, sendo o Barein campeão) e agora sim, 100% de aproveitamento nas Eliminatórias Asiáticas para Copa do Mundo (na frente da China que demitiu Marcelo Lippi).
Vale ressaltar, que o treinador alemão Bernd Stange (já foi da seleção de Singapura, Bielorrússia, Iraque e Omã) foi demitido e agora Fajr Ibrahim vai levando o trabalho a contento. Equipes como China, Guam, Maldivas e Filipinas foram derrotadas (no período de setembro à novembro deste ano), sendo três jogos dentro de casa.
Em termos de elenco se destacam, o goleiro Ibrahim Alma (Al-Wahda), os defensores Ahmad Al Salih (Al Ahed, do Líbano), Moayad Al Ajan (Al-Quwa Al-Jawiya). No meio-campo, o principal nome da equipe, Mohammed Osman (camisa 10 que joga Heracles Almelo, da Holanda) e Tamer Haj Mohamd (Ohod, da Arábia Saudita).
Chegando no momento de definição (meias ofensivos e atacantes), aparecem Abdul Malek Al Anizan (meio-campo do Al-Jaish), Fahd Youssef (Al-Sailiya, do Catar) e os definidores Omar Khribin (Pyramids FC, do Egito) e Omar Al Somah (Al-Ahli Jeddah, da Arábia Saudita). Apesar da inexperiência de muitos em ligas maiores, o time se encaixou muito bem.
Em termos táticos, o time não tem muito segredo (faz o simples), 4-4-2 (linhas bem definidas) e obediência a tática de seu treinador, buscando controlar a posse de bola e quando não tem ela marcar sobre pressão (querendo o erro do adversário para ir ao contra-ataque). Assim, eles juntamente com Austrália e Japão são os únicos com 12 pontos em 4 jogos.
Foto de capa: Seleção da Síria.
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