
Nascido na cidade de Rio do Campo-SC no dia primeiro de agosto de 1992 (26 anos). Neto Volpi Iniciou sua carreira nas categorias de base do Figueirense. Tem importantes passagens também por Santo André, Inter de Lages e Tubarão-SC. Atualmente defende as cores do América de Cali, da Colômbia
MF – Iniciou sua caminhada no futebol profissional pelo Figueirense, atuando pela primeira vez em 2012. Conte como foi essa experiência e sua gratidão ao clube Catarinense.
R: O Figueirense é o time que eu subi para o profissional. Lá conquistei o estadual de 2014 e 2018 o que foi muito importante.
MF – Após não ter muitas chances de mostrar seu futebol no time principal do Figueira, foi emprestado ao Santo André para a disputa da Série A 2 do Paulistão. Em sua opinião, as fases vividas no time do interior paulista foram as melhores no seu início de carreira?
R: No Santo André, eu posso dizer que adquiri uma grande experiência. Fomos campeões da A2 (segunda divisão do Paulistão) e joguei a sortuda partida contra o Goiás pela Copa do Brasil.
MF – Nos anos de 2016 e 2017 atuou pelo Inter de Lages de Santa Catarina. Apesar de não ter conseguido subir para a Série C naquele ano, foi uma temporada boa para as pretensões do Leão da Serra. Conte como era a expectativa dos seus companheiros e também vivida na Cidade de Lages.
R: Pela Inter de Lages tínhamos um elenco muito qualificado o qual tive muitas referências na minha passagem por lá.
MF – Em 2017 ocorreu infelizmente o caso de um dirigente de outro clube oferecer propostas para que você sofresse dois gols na partida entre Joinville x Inter de Lages pelo Campeonato Catarinense. O que no momento passou em sua cabeça e o quão isso te deixou indignado com a situação? (O fato de fazer a denuncia logo em seguida comprova o seu carácter e honestidade pelo clube).
R: Foi uma passagem difícil na minha carreira, onde fiz o que julgo certo, levando o caso até a polícia.
MF – Atualmente a equipe do América de Cali conta com 4 goleiros em seu plantel principal. Carlos Bejarano (que é o titular), Neto Volpi com 7 partidas na temporada, John Meneses (3 jogos) e Nicolas Vidal recém promovido das categorias de base. Como você enxerga essa disputa pela titularidade no gol da equipe? Pretende assumir essa condição nas próximas temporadas?
R: Eu sempre quero jogar, mostrar meu valor principalmente num clube grande e disputar os melhores campeonatos no mundo. Então vou sempre brigar pelo meu espaço e aqui (América de Cali) não será diferente.
MF – Apesar do Espanhol ser uma língua parecida com o Português, você teve ou tem alguma dificuldade na hora de se comunicar com seus companheiros durante os treinos/jogos?
R: Os Colombianos são muito parecidos com os Brasileiros, são receptivos. A questão com o idioma no início complicou um pouco, mas agora já consigo me expressar com mais facilidade com os meus colegas.
MF – Um fato que não pode ser deixado de lado, é o seu primo e também goleiro, Tiago Volpi. Começaram juntos na base do Figueirense e seguiram caminhos destintos ao longo da carreira (Lembrando que o Tiago é 2 anos mais velho). Desde cedo vocês planejavam o sonho de ser goleiro ou isso foi surgindo com o tempo? E conte como é a relação com o seu primo atualmente, mesmo com essa distância? Ainda tem vontade de atuar junto com o Tiago Volpi novamente?
R: Minha relação com Tiago é a melhor possível. Desde pequeno sempre sonhamos em defender grandes clubes e colocar nossos nomes nos lugares mais altos. As nossas famílias apoiaram isso e digo que este sonho está em andamento.
POR: GUILHERME FERREIRA/JEAN LUCAS.
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