
A segunda fase do plano de contingência criado pelo Grêmio, se iniciará a partir do dia 1º de Julho, mas as medidas a serem tomadas já estão bem definidas.
Além da renegociação com os jogadores que envolvem redução salarial e postergação dos direitos de imagem, o clube gaúcho utilizará a linha de crédito da CBF, com valor estimado em R$10 milhões.
O objetivo do clube gaúcho é utilizar esse crédito concedido pela CBF para manter os compromissos em dia, principalmente aqueles que envolvem renegociação com fornecedores.
Nesta segunda fase, conforme explica o executivo geral Carlos Amodeo, o clube não pretende ir em busca de nenhum outro aporte financeiro. Ainda explica que a situação não é confortável, mas pode ser superada até Setembro.
—“Vai ser necessário um ajuste de contas em 2021 e 2022 para readequar os investimentos do futebol àquelas receitas que vamos ter mais o estoque de pagamentos que não vamos realizar em 2020 e que vão ser postergadas para 2021 e quem sabe 2022. Naturalmente vamos passar por um momento e por uma fase de ajuste.” — finalizou Amodeo.
Crédito da imagem: Lucas Uebel / Grêmio.
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