Com superávit de R$ 19 milhões, Grêmio fecha primeiro trimestre de 2021
A diretoria do Grêmio apresentou no fechamento trimestral, um superávit de R$ 19,44 milhões, para o primeiro trimestre de 2021. O volume bruto do futebol gerou a receita de R$ 125,1 milhões, inicialmente acima do que foi orçado, mas abaixo da previsão de custo com a atividade, que gerou uma despesa bruta de R$ 89,6 milhões.
Os dois números são apenas parte dos dados divulgados na noite da ultima segunda-feira, durante reunião virtual, do Conselho Deliberativo Gremista. Na reunião, o presidente Romildo Bolzan Jr., enalteceu os esforços das pessoas envolvidas na gestão, que o ajudaram a manter a parte financeira organizada e saudável. “Seguimos numa posição bastante segura, bastante saudável. nossa expectativa é terminar o ano com superávit, dentro da nossa política de responsabilidade, mas com capacidade de repetição dentro da estratégia do clube que diz respeito à sua sobrevivência”.
Sob a responsabilidade do CEO Carlos Ammodeo, os demonstrativos financeiros e contábeis foram apresentados, com o comando da reunião por conta do presidente Conselho, Carlos Biedermann e o vice, Alexandre Bugin. Dentro dos números apresnetados, ficou claro que a receita bruta apresentada foi maior que a orçada, mas ficou abaixo nas vendas líquidas de atletas e no custo da atividade.

Dentro da lacuna receita bruta, inclui-se a venda de atletas, mecanismos de solidariedade, patrocínios, premiações, contratos de TV, arrecadação de sócio torcedores e venda de produtos nas lojas do Grêmio Mania.
O custo do futebol profissional, entende-se ser o que é pago aos atletas entre CLT e contratos de imagem, premiações, luvas, indenizações e outros benefícios. Das negociações de jogadores, a venda de Diego Rosa para o Grupo City já aparece nso valores deste trimestre, diferente dos valores de Pepê, vendido ao Porto, que só deve ser contabilizado no terceiro trimestre, já que o jogador deve se transferir oficialmente em julho.
(Foto: Márcio Neves/DVG/Grêmio)
