
Após o adiamento do clássico Gre-Nal, no último sábado (26), por conta do ataque vindo dos colorados ao ônibus do Grêmio antes de chegar ao Beira-Rio, o presidente Alessandro Barcellos e o presidente da Federação Gaúcha de Futebol, Luciano Hocsman, falaram sobre a situação.
O mandatário do Tricolor, Romildo Bolzan deveria estar junto, mas ele mostrou insatisfação com o colega rival e recusou-se a se juntar à mesa. O presidente do Colorado, em sua entrevista coletiva, declarou que o Internacional foi ‘vítima’. Já Romildo Bolzan afirmou que o mais prejudicado foi o Grêmio, criticando a fala de Barcellos.
“A gente vive um tempo de uma certa doença em relação a esse tema da violência. Esse é o clima do nosso vestiário, do nosso clube. É o momento de parar tudo, repensar e trabalhar no mais pequeno gesto, que às vezes inconscientemente, a gente acaba alimentando”, disse Alessandro Barcellos.
Além disso, Bolzan também mostrou desgosto ao comentário “desequilíbrio técnico”, dito pelo presidente do Inter. Alessandro Barcellos relembrou os cartões amarelos, jogadores pendurados e atletas, que, por sua vez, talvez não possam atuar.
“A intermediação do presidente da federação foi muito profícua. O presidente do Internacional tem uma narrativa dos fatos. Nós, de certa forma, não concordamos com todas suas narrativas, mas é um direito que ele tem de expressar. O Grêmio é vítima e uma vítima pesada. Para ser bem franco, o Grêmio sofreu um atentado aqui. E, por ser vítima, o Grêmio vai tomar suas providências. Mas não podemos trocar de papeis”, advertiu Bolzan.
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