O lateral-esquerdo William Matheus, concede entrevista ao MF

William Matheus da Silva nasceu no dia 2 de abril de 1990, lateral-esquerdo, hoje atua pelo Guarani, mas pertence ao Coritiba. William teve várias passagens por famosos clubes brasileiros, como: Figueirense, Bahia, Vasco, Goias e Palmeiras.

 

1) A posição de lateral te permite muita movimentação em campo, alguns se destacam mais na defesa e outros ofensivamente. Onde você se encaixa? Tem preferencia entre subir para o ataque ou reforçar a defesa?

R: É claro que atacar te dá mais visibilidade, lateral que chega bem, que dá assistências e faz gols tende a ser mais valorizado. Mas hoje em dia a grande maioria das equipes jogam com atacantes abertos, exigindo que os lateral saibam marcar.

 

2) Por que do número 66 na camisa? tem algum motivo em especial?

R: O número 66 veio na minha chegada ao Coritiba, naquele momento o Edinho já usava a camisa 6 e eu, por respeito a ele como pessoa, e grande profissional vitorioso, resolvi usar a 66.

 

3) Como você descreveria sua passagem pelo Coritiba, Bahia, Vasco da Gama e Fluminense?

R: As passagens por Fluminense e Vasco foram boas e muito satisfatórias para mim. São grandes clubes e me deram a oportunidade de trabalhar com grandes treinadores e atletas consagrados. Bahia e Goiás também me proporcionaram a mesma coisa, porem teve títulos coletivos e pessoais. No Bahia nós conseguimos o título do Campeonato Baiano depois de dez anos de jejum de títulos do clube. No Goiás fomos campeões goiano, semifinais da Copa do Brasil e eu fui indicado como um dos três melhores laterais do Brasileirão.

 

4) Você atuou alguns jogos pela liga francesa quando jogava no Toulouse. Sentiu muita diferença tática dos clubes franceses para os brasileiros? Tem interesse em jogar novamente no exterior?

R: Acredito que os clubes europeus estão um passo à frente na questão tática, e na minha opinião muito por conta da disciplina dos jogadores! Voltaria feliz e sem problema algum.

 

5) Em janeiro de 2014 você foi contratado pelo Palmeiras. Jogou 16 partidas antes de ser vendido para o Toulouse. Naquele ano o Palmeiras quase foi rebaixado da Série A. Como isso foi sentido por vocês dentro de campo? De alguma forma te impossibilitou de se destacar e mostrar seu bom futebol? Acha que se tivesse entrado em outra época a história teria sido diferente?

R: Eu não fiquei até terminar, acabei sendo vendido na janela de junho. Porém acredito que tenha sido difícil para os jogadores que estavam aquele ano! Brigar para não cair é sempre muito desgastante, mas brigar pra não cair por uma equipe gigante como o Palmeiras é ainda pior. Hoje o Palmeiras se encontra num patamar diferente, tem uma estrutura espetacular e o poder de investimento que poucos clube brasileiros têm! Com certeza seria diferente.

 

Foto: Letícia Martins/Guarani Futebol Clube
 

6) Atualmente você joga pelo Guarani, disputando a Série B do brasileirão. Você se sente mais pressionado do que quando disputou a Série A? Qual sua expectativa para esse ano: o foco é ser campeão ou subir para a elite já é um prêmio?

R: Meu contrato aqui é para o Paulistão! Eu vim com a cabeça totalmente focada em jogar bem, ajudar o clube a fazer um bom Estadual e depois pensar no que pode vir acontecer.

 

Entrevista realizada em parceria com a colunista do Palmeiras, Barbara Sangoleti!

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