
O Grêmio é um dos clubes brasileiros com maior torcida – e uma das mais apaixonadas também. Mas, como é a torcida fora do solo gaúcho? O chileno Ricardo Ortega, fala sobre o carinho que tem pelo Imortal Tricolor: “Eu sempre senti uma simpatia pelo Grêmio. Em 2009 enfrentou a Universidad de Chile e as torcidas de ambas as equipes formaram uma amizade, que se mantém até hoje. Isso me agradou muito. A camiseta do Grêmio é muito bonita. Suas cores são únicas. A chegada de Eduardo Vargas só contribuiu para me tornar fã da equipe. Quando perguntado sobre a torcida gremista, Ricardo falou que é espetacular!
“Quando vieram ao Chile, foram muito simpáticos e educados. Ganharam o carinho da torcida de La U. O Grêmio tem um estádio lindo e sempre muito cheio de torcedores. A equipe produz muito entusiasmo.” – Contou. Alguns amigos do chileno são torcedores do Internacional pelo Charles Aranguiz e Elías Figueroa. Outros gostam do Flamengo. “Para mim são equipes modas.” – Completou Ricardo. “Charles Aranguiz é um grande jogador, mas escolheu mal a equipe.” Brincou o chileno. Ricardo falou também sobre a passagem do chileno Eduardo Vargas em 2013 pelo Grêmio: “Eduardo Vargas cresceu muito no Tricolor Gaúcho, o que me faz ter mais carinho ainda pela equipe. “A opinião do chileno sobre o Grêmio nesse Brasileirão é ótima! Falou que esse ano o campeonato é nosso (esperamos que ele esteja certo!) Ricardo finalizou: “Em um bom ou ruim momento, vou estar com o Grêmio sempre!”
Outro exemplo de amor ao Grêmio fora dos limites territoriais do Rio Grande do Sul é Julianne Guimarães, do Recife, que herdou a paixão pelo Tricolor de seu pai: “Meu pai e a minha avó moraram no Rio Grande do Sul por mais de 10 anos. Temos familiares gaúchos, e são todos colorados, consequentemente o meu pai, por influência da família, também era colorado, até que viu as cores do Grêmio e se apaixonou.” Contou. A recifense disse ainda que o fato de morar longe da Arena não a impede de alentar o Maior do Sul: “Sempre que o Grêmio vem jogar por aqui, eu vou junto com o meu pai e outros amigos, que também são gremistas.
Ainda há o consulado, que vez ou outra reúne os gremistas de Recife.” Alguns familiares de Julianne torcem para o Sport. Dia 17 de julho, aconteceu o jogo do Tricolor contra o Leão e a gremista de Recife contou como é quando as duas equipes : “Meus primos ficam na torcida do Sport; eu, meu pai e alguns amigos vamos na torcida do Grêmio. No meio do jogo, ligamos um para o outro para perturbar. No fim, nos encontramos e tiramos sarros.” A recifense contou que um que marcou sua vida, foi quando conheceu a Arena: “Foi em 2014. Chorei horrores, fiquei toda arrepiada.”
Sendo do Rio Grande do Sul, do Chile, de Recife ou de qualquer lugar do planeta: o importante é o sentimento. E, esse, posso afirmar, que não falta para os gremistas fanáticos!
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