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Os representantes de Edenilson garantem que havia um acordo verbal com a direção do Internacional para a saída do meio-campista caso recebesse uma proposta benéfica. Diferentemente do que aconteceu nos últimos dias, quando o Colorado recusou-se a negociá-lo com o Atlético-MG.
Em entrevista à Rádio Gaúcha, o presidente Alessandro Barcellos declarou que o Inter cumprirá com o que está no contrato do atleta.
“Edenilson é um jogador do Inter. Ele tem contrato e cláusulas que definem muito bem essa questão de transferências. Independentemente disso, a nossa intenção é de que ele permaneça. Ele tem uma história no clube, além de uma entrega muito importante. É um dos jogadores mais importantes da nossa equipe. Não abriremos mão de contar com ele, que é um grande profissional e se blinda dessas questões”, disse o dirigente.
O suposto acordo que o estafe de Edenilson diz que fez com a direção colorada teria acontecido em outubro de 2020. Após o Internacional rejeitar mais uma proposta pelo meia e, em seguida, renovar seu vínculo. No contrato, foi reduzida a multa rescisória para 3 milhões de dólares.
A direção alega que o combinado foi com a antiga gestão, mas os representantes do jogador defendem que, mesmo que tenha acontecido com o antigo presidente, foi realizado com a instituição do Inter e não somente com os dirigentes. Foi noticiado que Edenilson desejava trocar o Inter pelo Galo e garantir seu último contrato na carreira.
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